
Deixem aqui as vossas opiniões e fica a promessa de, no final do ano, fazermos um post dedicado ao tema mais votado.
Aqui fala-se de curiosidades, política, experiências, e outros temas, desde que tenham a ver com Ambiente.


O Instituto de Conservação da Natureza (ICN) deu parecer negativo à barragem no Baixo Sabor e o mesmo defendeu o actual ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, quando em Junho de 2004 era deputado na oposição. 
A próxima fase do protocolo de Quioto, que obrigará ao reforço dos compromissos de redução de emissões após 2012, foi recentemente aprovada na Conferência da ONU para as Alterações Climáticas, que decorreu em Montreal (Canadá).
Sobre a situação do «CP Valour» encalhado na ilha do Faial - Açores, o Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores tem uma excelente página dedicada a esta pré-catástrofe ambiental. A página inclui simulações da dispersão do combustível libertado pelo navio e informações várias recolhidas desde o dia em que encalhou (10 de Dezembro).
Vai-se realizar no próximo 17 de Dezembro, das 11 às 19h, na Biblioteca-Museu República e Resistência (Espaço Cidade Universitária), o colóquio "A Floresta e o Litoral", enquadrado nas Conferências sobre Ambiente e Território.
«O encontro fortuito com o "outro" é a pedra de toque da cidade democrática (1). A apropriação tecnocrática do meio urbano através de um pandemónio de sinalética, progressiva fragmentação pelas infra-estruturas rodoviárias e ocupação selvática pelo automóvel, põe em causa o pouco espaço cívico que nos resta. Uma das formas mais simples de medir a saúde de uma democracia numa sociedade é através da dimensão dos seus passeios.
«Temos construído as nossas cidades a pensar mais no automóvel que nas crianças. As crianças não têm a possibilidade de ter carta de condução. Esta verdade evidente parece esquecida no desenho das nossas cidades. Como dizia Enrique Peñalosa num discurso ao Banco Mundial, vivemos numa sociedade que sabe perfeitamente qual é o melhor ambiente para um gorila ou uma baleia mas tem dificuldades em construir um melhor ambiente para criar uma criança feliz.
Esta é uma Publicação do Instituto do Ambiente do trabalho “alterações da ocupação do solo em Portugal continental 1985-2000”, baseado no Corine Land Cover e elaborado por Mário Caetano, Hugo Carrão e Marco Paínho.
O relatório «Ambiente Europeu – Situação e Perspectivas 2005» da Agência Europeia de Ambiente (AEA) refere que se têm registado «progressos pouco animadores, que deverão ser incentivados para evitar a deterioração das condições ambientais» em Portugal.
A componente agrícola do empreendimento do Alqueva é, sem qualquer dúvida, a maior obra de irrigação colectiva jamais realizada em Portugal. Num momento de particular importância, devido à preparação do próximo período de programação do Quadro Comunitário de Apoio, afigura-se de extrema relevância o debate em redor de um empreendimento que, inegavelmente, terá um papel influente na definição das opções estratégicas para a agricultura em Portugal, ao que acresce o facto de se vislumbrar a crescente importância do recurso água.
Termina amanhã a exposição internacional "Fotógrafos da Natureza", patente no Museu Nacional de História Natural, em Lisboa.
O ministro do Ambiente defendeu hoje uma nova lei para a costa portuguesa que reúna toda a legislação e sirva de cobertura às iniciativas do Governo para repor a legalidade na ocupação do litoral.
Aguardei deliberadamente por esta altura (neste fim de semana chove a cântaros no país inteiro) para que os nossos leitores sejam levados a refletir, em "época de fartura" sobre a escassez de água que vamos inevitávelmente enfrentar nas próximas décadas, sem a envolvência e o alarmismo provocado pelo espectro da seca extrema.
O clima tem variado profundamente ao longo da história da Terra devido a causas naturais. Recentemente, devido à emissão de gases com efeito de estufa para a atmosfera, em especial o CO2 proveniente sobretudo da combustão dos combustíveis fósseis - carvão, petróleo e gás natural - e da desflorestação, a humanidade tem alterado a concentração desses gases na atmosfera.
Fonte:ambienteOnline
A Sociedade Portuguesa de Física, no âmbito das comemorações nacionais do Ano Mundial da Física, promove a realização de uma conferência subordinada ao tema "As energias do presente e do futuro"
A bacia mediterrânea e as regiões alpinas serão, no continente europeu, as zonas mais afectadas por um aquecimento climático no século XXI, indica um relatório internacional publicado pela revista "Science". As temperaturas vão subir, a queda de neve dos Alpes vai alterar-se e a seca e os incêndios florestais vão tornar-se mais frequentes.
Faz precisamente hoje dois anos que começou esta aventura.
Entre 6 de Outubro e 20 de Novembro, vários locais da região vão acolher as exposições ligadas ao projecto Ecodrome - Cultura de Ambiente, com uma programação que "privilegia a ligação entre a arte contemporânea e o ambiente", organizado em parceria pela Blindnote, Sociedade dos Artistas de Faro e a Almargem e integrando-se no calendário de Faro Capital Nacional da Cultura 2005. 
O mercado das energias alternativas é um dos sectores que se apresenta bastante atractivo para os empresários estrangeiros. É a conclusão retirada do Simpósio das energias Solares, realizado ontem na Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã (CCILA), em Lisboa.
Alguns estados da Amazónia estão a enfrentar a pior seca dos últimos 40 anos, que está a reduzir o caudal dos rios para níveis tão dramáticos que os peixes morrem aos milhares por falta de oxigenação. 
Foi ontem apresentado em Lisboa o site do EurOcean, um centro europeu dedicado às ciências e tecnologias do mar, criado há quatro anos. A apresentação deste portal, ainda em renovações, decorreu em momento oportuno, no TOPS 2005 - Cimeira para as Políticas dos Oceanos, organizada todos os anos pelo Fórum Global para os Oceanos, Costas e Ilhas (EUA).
O centro compila informação dispersa e disponibiliza-a, de forma gratuita. O geólogo marinho Laurent d’Ozouville, director do EurOcean, apresentou este projecto conjunto entre Portugal e França como o exemplo europeu de mecanismos para fomentar as políticas nacionais e regionais para os oceanos.
Exemplo de informação única, que antes estava dispersa, é o inventário de todos os navios de investigação da Europa e de todos os robôs operados remotamente, algo nunca feito. Outro exemplo é a lista de todos os projectos financiados pela Comissão Europeia (CE), porque essa informação andava espalhada entre as direcções-gerais de Investigação, Pescas e Transportes.
Contando com uma figura de peso portuguesa - o oceanógrafo Mário Ruivo, presidente do Conselho Executivo - o EurOcean destina-se a todos, desde investigadores e estudantes até decisores políticos ou a quem queira saber um pouco mais sobre as ciências do mar.
Desde a criação do EurOcean, aderiram a Bélgica, Irlanda, Noruega e Polónia e a Roménia está para entrar. Ser membro significa pagar dez mil euros por ano, em dinheiro ou horas de trabalho, e tomar conta de parte do trabalho, mas também ter acesso privilegiado a informação e contribuir para harmonizar a recolha de dados.
Os membros podem pedir a colaboração de várias instituições, que validam dados ou os disponibilizam. Por isso, se o acesso ao site, disponível desde 2003, é gratuito, também o EurOcean não paga pela informação.
O site, que recebe em média 200 visitas diárias, é composto pelas habituais secções de notícias, eventos, documentos, links e FAQ’s. Existem também áreas de informação nacional, europeia, regiões marítimas, ou indicadores, entre outras. Para quem quiser colaborar com o EurOcean ou receber periodicamente informação deste centro, basta que se registe logo na página inicial.
Mais um passo em direcção à sociedade da informação!
Fonte: PÚBLICO


