24 julho, 2009
Let's do it!
Nunca tinha ouvido falar desta acção. Pode até ser apenas uma grande manobra publicitária, mas é uma óptima ideia e altamente inspirador.
01 abril, 2009
Ensaios - milho transgénico - Consulta pública até 3 de Abril

"Até ao dia 3 de Abril de 2009 às 24h está aberta a consulta pública relativa ao pedido da empresa Monsanto para ensaios de campo com milho transgénico NK603.
Os terrenos em causa ficam em Salvaterra de Magos e Évora, mas todos os portugueses podem (e devem) participar."
Este milho é resistente ao glifosato, um herbicida que tem vindo a ser largamente promovido pela indústria dos transgénicos.
A notificação feita pela Monsanto:
- não esclarece convenientemente uma série de aspectos relativos à Biosegurança, nem apresenta referências científicas que mostrem a inocuidade destes ensaios para a biodiversidade;
- refere que serão testados outros compostos para além do glifosato, mas não refere nomes nem princípios activos dos mesmos;
- não se refere à "coexistência" com a apicultura e ao facto das abelhas poderem transportar polén dos campos em ensaios.
Pode enviar o seu descontentamento face à possibilidade dos ensaios da Monsanto para o endereço de E-mail: cpogm@apambiente.pt
Escreva o seu próprio texto ou envie a Carta colectiva com o seu nome e BI.
Carta disponível em: http://stopogm.net/?q=node/643
Para dúvidas ou mais informações contacte a Plataforma Transgénicos Fora pelo E-mail: info@stopogm.net
Agradece-se divulgação!
Etiquetas:
Activismo,
Consumo Sustentável,
Eco-Cidadania
26 março, 2009
Planos de Gestão de Região Hidrográfica
Este período termina em Julho de 2009
Nos novos sites das Administrações das Regiões Hidrográficas (ARH(s)) poderão encontrar informação de suporte à participação pública.
ARH Norte ARH Centro ARH Tejo ARH Alentejo ARH Algarve
Participem!
24 fevereiro, 2009
A ecovia no Algarve
Deixo aqui a versão integral de um artigo publicado no jornal «O Canudo» sobre a implementação das ecovias no Algarve.
"Muitos se terão interrogado sobre o que seria a linha azul que recentemente se passou a ver ao longo de algumas vias urbanas. Para os que ainda não descobriram, «O Canudo» foi investigar e averiguou (sem grande dificuldade) que se tratava da há muito anunciada Ecovia do Litoral.
Este não deverá ser, ainda assim, o traçado definitivo da ecovia. «O traço azul é uma mera marcação para dar ideia que ali vai ser algo de novo, mas é apenas uma marcação informal. Ao traço azul juntar-se-ão sinalização e outros limites. É isso que estamos a pensar fazer logo que seja possível», disse ao nosso jornal o presidente da AMAL Macário Correia.

"Muitos se terão interrogado sobre o que seria a linha azul que recentemente se passou a ver ao longo de algumas vias urbanas. Para os que ainda não descobriram, «O Canudo» foi investigar e averiguou (sem grande dificuldade) que se tratava da há muito anunciada Ecovia do Litoral.
Este não deverá ser, ainda assim, o traçado definitivo da ecovia. «O traço azul é uma mera marcação para dar ideia que ali vai ser algo de novo, mas é apenas uma marcação informal. Ao traço azul juntar-se-ão sinalização e outros limites. É isso que estamos a pensar fazer logo que seja possível», disse ao nosso jornal o presidente da AMAL Macário Correia.
Em Faro, foi noticiado em Julho do ano passado o lançamento do concurso público para a execução de 20 quilómetros de troço de ecovia. O investimento foi de 128 mil euros e o prazo de execução de 6 meses.
A professora Manuela Rosa, especialista em mobilidade da Universidade do Algarve, considera que o projecto poderia ser «do ponto de vista das boas práticas, melhor conseguido». Segundo a docente, «em termos de troço urbano, a pintura é pertinente em pequenas ruas sem grandes volumes de tráfego nem grandes velocidades», sendo que a segregação (separação da via ciclável da via de tráfego automóvel) é ideal quando «os volumes de tráfego e as velocidades são elevadas, para evitar conflitos e acidentes». Contudo admite que, na avenida junto ao caminho de ferro que conduz ao Largo de São Francisco, apesar da velocidade permitida por lei ser de 50 km/h, «talvez se justificasse a segregação». Esta especialista, que esteve envolvida na elaboração do Plano de Mobilidade Sustentável de Faro, confessou-se «muito decepcionada» pois, no troço que liga o núcleo urbano de Faro a Gambelas, «limitaram-se a tapar buracos nos caminhos que pré-existiam». «Uma pista ciclável, para ter características de alguma qualidade na sua utilização, tem que ter um pavimento específico», para além de vários elementos infra-estruturais específicos do ponto de vista técnico para este tipo de via, disse.
São apontadas condicionantes financeiras como a principal justificação para o actual estado de implementação do projecto ecovia em Faro. A autarquia farense já se sabe há muito, atravessa um dificil período ao nível financeiro, nomeadamente no que diz respeito à liquidez.
Mas, aparentemente, nem sempre é uma questão financeira que está por detrás de problemas relacionados com mobilidade, na capital algarvia. Um exemplo disso é o Largo de São Francisco, que sendo um recinto de eventos para além de um parque de estacionamento, vê constantemente condicionada a sua capacidade plena. Quase sempre que este espaço é utilizado, verifica-se que o tempo de montagem das estruturas necessárias é sempre inferior ao de desmontagem. O mais recente evento foi o reveillon, que afectou parte significativa do total de lugares disponíveis pelo menos até ao dia 8 de Janeiro."
André Mascarenhas/ Sofia Trindade
A professora Manuela Rosa, especialista em mobilidade da Universidade do Algarve, considera que o projecto poderia ser «do ponto de vista das boas práticas, melhor conseguido». Segundo a docente, «em termos de troço urbano, a pintura é pertinente em pequenas ruas sem grandes volumes de tráfego nem grandes velocidades», sendo que a segregação (separação da via ciclável da via de tráfego automóvel) é ideal quando «os volumes de tráfego e as velocidades são elevadas, para evitar conflitos e acidentes». Contudo admite que, na avenida junto ao caminho de ferro que conduz ao Largo de São Francisco, apesar da velocidade permitida por lei ser de 50 km/h, «talvez se justificasse a segregação». Esta especialista, que esteve envolvida na elaboração do Plano de Mobilidade Sustentável de Faro, confessou-se «muito decepcionada» pois, no troço que liga o núcleo urbano de Faro a Gambelas, «limitaram-se a tapar buracos nos caminhos que pré-existiam». «Uma pista ciclável, para ter características de alguma qualidade na sua utilização, tem que ter um pavimento específico», para além de vários elementos infra-estruturais específicos do ponto de vista técnico para este tipo de via, disse.
São apontadas condicionantes financeiras como a principal justificação para o actual estado de implementação do projecto ecovia em Faro. A autarquia farense já se sabe há muito, atravessa um dificil período ao nível financeiro, nomeadamente no que diz respeito à liquidez.
Mas, aparentemente, nem sempre é uma questão financeira que está por detrás de problemas relacionados com mobilidade, na capital algarvia. Um exemplo disso é o Largo de São Francisco, que sendo um recinto de eventos para além de um parque de estacionamento, vê constantemente condicionada a sua capacidade plena. Quase sempre que este espaço é utilizado, verifica-se que o tempo de montagem das estruturas necessárias é sempre inferior ao de desmontagem. O mais recente evento foi o reveillon, que afectou parte significativa do total de lugares disponíveis pelo menos até ao dia 8 de Janeiro."
André Mascarenhas/ Sofia Trindade
03 fevereiro, 2009
Ambiente, desenvolvimento e Médio Oriente
num artigo muito interessante retirado do blogue Arab democracy - blogue que aconselho vivamente.
«The Cedar Island: A Lebanese "Truman Show"

It has been confirmed. Noor International Holding unveiled last week its plan to build an artificial "Cedar Island" off the Lebanese coast, in the Damour area. The Cedar Island has even a website, with pictures strongly reminding us of Dubai’s "Palm Island".
Noor International Holding presents itself on the website as a company "specialized in real estate development, who acquired experience after developing since 1994 more than 12 projects in the Middle East and the Gulf region". But their "vision" goes even further as it aims to "(…)transform the virgin land into a blossoming productive community scoring a distinctive benchmark". This sentence is in my opinion more important than the project itself. It is the best starting point to think about the project before looking at how it has been perceived by the public so far.(...)»
clique aqui para ler o artigo completo
Fonte: Arab democracry

It has been confirmed. Noor International Holding unveiled last week its plan to build an artificial "Cedar Island" off the Lebanese coast, in the Damour area. The Cedar Island has even a website, with pictures strongly reminding us of Dubai’s "Palm Island".
Noor International Holding presents itself on the website as a company "specialized in real estate development, who acquired experience after developing since 1994 more than 12 projects in the Middle East and the Gulf region". But their "vision" goes even further as it aims to "(…)transform the virgin land into a blossoming productive community scoring a distinctive benchmark". This sentence is in my opinion more important than the project itself. It is the best starting point to think about the project before looking at how it has been perceived by the public so far.(...)»
clique aqui para ler o artigo completo
Fonte: Arab democracry
01 fevereiro, 2009
Tribunal condena Estado devido a erosão costeira causada por esporão
«Os tribunais Administrativo e da Relação do Porto deram provimento a uma queixa de um morador na Apúlia, Esposende, considerando que o Estado é culpado da erosão da costa por ter construído um esporão de pedra com 300 metros.
A decisão, inédita em Portugal, foi tomada após uma batalha jurídica desencadeada em 1993 pelo proprietário da casa, Adelino Augusto Rebelo Teixeira, contra o Ministério do Ambiente, pedindo uma indemnização pelo facto de a erosão causada pelo esporão ter levado o mar até junto de várias casas que se localizam junto às dunas, colocando-as em perigo. (...)»
A decisão, inédita em Portugal, foi tomada após uma batalha jurídica desencadeada em 1993 pelo proprietário da casa, Adelino Augusto Rebelo Teixeira, contra o Ministério do Ambiente, pedindo uma indemnização pelo facto de a erosão causada pelo esporão ter levado o mar até junto de várias casas que se localizam junto às dunas, colocando-as em perigo. (...)»
23 janeiro, 2009
A ler
The Independent
The Economist
The New York Times
Environmental Expert.com
Environmental News Network
À vossa consideração
O Comissário Europeu do Ambiente (Stavros Dimas), referindo-se ao ano de 2008, escreveu no seu blogue um texto intitulado "An Epic Year for the Environment" (Um ano épico para o Ambiente).
Terá sido assim? Foi mesmo um ano épico para o Ambiente ?
Digam de vossa justiça.
Terá sido assim? Foi mesmo um ano épico para o Ambiente ?
Digam de vossa justiça.
(foto tirada daqui)
23 dezembro, 2008
Votos de um Feliz Natal
para os co-autores d'Os Ambientalistas e para todos os nossos leitores e suas famílias.
Feliz Natal!
Feliz Natal!
19 dezembro, 2008
Seminário Internacional - Em defesa do direito à água
Vai realizar-se no dia 10 de Janeiro de 2009 (início ás 10:30) o Seminário Internacional - Em defesa do direito à água, que terá lugar em Lisboa (Av. Professor Aníbal de Bettencourt, 9), no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.O Seminário é organizado pela Fundação Nova Cultura da Água e aborda temas como: a gestão privada e gestão pública de sistemas de água e saneamento, o direito à água, a nova cultura da água e a situação de Portugal face a estas problemáticas.
Consulte aqui o programa provisório e o manifesto que convoca o evento.
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Eventos,
Gestão de Recursos Hídricos
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