19 julho, 2008
18 julho, 2008
Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente 2008

A 3ª edição da FEIRA NACIONAL DE PARQUES NATURAIS E AMBIENTE constitui um espaço privilegiado para a promoção e valorização das áreas protegidas e para a divulgação activa de projectos, produtos e serviços provenientes de entidades e organizações ligadas à conservação da natureza, ao turismo de natureza e ao ambiente.
Mais informações em http://www.feiranacionaldeparques.com/
Programa
Programa de actividades - Quinta do Marim e Olhão
17 julho, 2008
Gestão Costeira Integrada

Revista n.º 8, fascículo 1 - Ano 7
Revista integral (PDF)
Prefácio
A Ocupação e Exploração do Litoral. Reflexões para um Desenvolvimento Sustentável.
J. Alveirinho Dias, Marcus Polette & J. Antunes do Carmo.
Artigos
Aplicação de Metodologias de Monitorização GPS em Litorais Arenosos: Geração de Modelos de Elevação do Terreno.
Paulo Baptista, Luísa Bastos, Telmo Cunha, Cristina Bernardes & João Alveirinho Dias
Análise da Vulnerabilidade de uma praia Estuarina à Inundação: Aplicação à Restinga do Alfeite (Estuário do Tejo).
Catarina I. C. Vargas, Filipa S. B. F. Oliveira, Anabela Oliveira & Nuno Charneca
Dinâmica Fisiográfica da Orla Costeira: Estudos de Reabilitação e Protecção.
A. B. Fortunato, M. Clímaco, F. Oliveira, A. Oliveira, F. Sancho & P. Freire.
Estudo Preliminar da Geometria de um Recife Artificial para Protecção Costeira e para a prática de Surf na Costa Oeste Portuguesa.
Mechteld Ten Voorde, Maria da Graça Neves & João Simão Antunes do Carmo.
Nível de Antropização X nível de uso das praias de Porto Seguro/BA: Subsídios para uma avaliação da capacidade de suporte.
Iracema Reimão Silva, Abílio Carlos da Silva Pinto Bittencourt, Sylvio Bandeira de Mello e Silva, José Maria Landim Dominguez & José Rodrigues de Sousa Filho.
Estações de Tratamento de Esgoto Sanitário: Análise Econômica de Alternativas para Municípios Litorâneos - Estudo de Caso_- Balneário Camboriú e Itajaí (SC), Brasil.
Andresa G. Wagner & Valleria R. Bellotto.
15 julho, 2008
Novo dossier temático sobre Energia e Alterações Climáticas
Nessa página é apresentada variada informação relativa ao tema, incluindo um enquadramento com o contributo do Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa; um espaço escolas, com conteúdos para os mais novos e para professores; vídeos; ferramentas úteis de boas práticas em energia e clima; uma base de fontes de informação; um espaço para candidaturas em aberto referentes a projectos na área da energia e ambiente, bem como outros programas de apoio e também uma secção de notícias.
Conteúdos para todos os gostos dos interessados nesta temática portanto, dos mais novos aos mais velhos, dos curiosos aos que procuram apoio para os seus projectos.
12 julho, 2008
Discussão Pública "on-line" do PROT OVT
Iniciou-se o período de discussão pública dos documentos do Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo (PROT OVT).Faça chegar o seu contributo à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) até 4 de Agosto de 2008.
A sua participação poderá ser feita "on-line" a título individual ou em representação (de uma entidade).
Para mais informação, consulte:
PROT OVT
CCDR LVT
PARTICIPE!
10 julho, 2008
Investigadores identificaram alterações nas rochas que precedem os sismos
A falha de Santo André, perto da cidade de São Francisco nos Estados Unidos, foi o laboratório para as experiências. O grupo de cientistas montou um observatório chamado Safod (San Andreas Fault Observatory at Depth) para obter informações sobre a alteração das rochas na falha. O objectivo foi procurar uma previsão prática dos sismos.
“Se tivermos 10 horas de aviso pode-se evacuar populações de um ponto de vista prático, tirar as pessoas dos edifícios, pôr o departamento de incêndios pronto a actuar”, explica Paul Silver, co-autor do artigo e investigador no Carnegie Institution for Science, em Washington.(...)»
fonte: Público
04 julho, 2008
Sugestão de leitura
By Lester R. Brown, Janet Larsen, Jonathan G. Dorn, and Frances C. Moore;
Courtesy of Earth Policy Institute
Originally published Jul. 2008
We cannot afford to let the planet get much hotter. At today’s already elevated temperatures, the massive Greenland and West Antarctic ice sheets—which together contain enough water to raise sea level by 12 meters (39 feet)—are melting at accelerating rates. Glaciers around the world are shrinking and at risk of disappearing, including those in the mountains of Asia whose ice melt feeds the continent’s major rivers during the dry season.
Delaying action will only lead to greater damage. It’s time for Plan B. (...)
None of these initiatives depends on new technologies. We know what needs to be done to reduce CO2 emissions 80 percent by 2020. All that is needed now is leadership. »
Secret report: biofuel caused food crisis
The damning unpublished assessment is based on the most detailed analysis of the crisis so far, carried out by an internationally-respected economist at global financial body.
The figure emphatically contradicts the US government's claims that plant-derived fuels contribute less than 3% to food-price rises. It will add to pressure on governments in Washington and across Europe, which have turned to plant-derived fuels to reduce emissions of greenhouse gases and reduce their dependence on imported oil. (Ler o resto do artigo)»
Fonte: the Guardian
01 julho, 2008
27 junho, 2008
Governo não tem dinheiro para estudar o impacte do Alqueva no estuário do Guadiana

Uma questão suscitada por um investigador do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve durante um encontro no fim-de-semana, em Beja, sobre Protecção e Qualidade da Água de Alqueva e Pedrógão, deixou perceber que as entidades com essa competência estão com sérias dificuldades, por falta de dinheiro, em proceder a estudos como a Comissão Europeia determina sobre a erosão do estuário do Guadiana e da faixa costeira adjacente.
Quando o investigador quis saber se já existiam "estimativas ou dados concretos" sobre o volume de sedimentos retidos nas barragens de Alqueva e Pedrógão, que estarão a provocar anomalias na praia, Ana Ihéu, directora do Departamento do Ambiente e Ordenamento do Território da Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas de Alqueva, argumentou que a matéria "não é" da competência da EDIA, endereçando a questão para Maria Teresa Álvares do Instituto da Água. E a resposta foi que "a monitorização dos sedimentos tem custos muito elevados e há realmente uma grande dificuldade em cumprir as obrigações que a Comissão Europeia nos coloca". Teresa Álvares disse ainda que esta dificuldade surge associada " às restrições orçamentais" impostas pelo Governo à tutela, um condicionalismo qua obriga a tomar opções com as verbas disponíveis.
A ausência de monitorização sobre o caudal dificulta a interpretação de um fenómeno que é resultado das mudanças previstas no regime de caudais, depois da entrada em funcionamento dos empreendimentos de Alqueva-Pedrógão e de Andévalo-Chança, barragem que os espanhóis ergueram, nos anos 80, junto à confluência com o Guadiana. Já em 2006, no seminário Fórum Guadiana, uma das conclusões apresentadas pelo Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve revelava a "ausência de monitorização nas áreas da dinâmica sedimentar".
Outra das conclusões do Fórum sustentava que a ausência de caudais elevados podia transformar o estuário "num corpo hídrico poluído". Durante o Verão, em anos secos, os detritos vão-se acumulando no leito e margens. Quando o caudal tinha um regime natural, as grandes cheias limpavam a linha de água da carga poluente. Com o surgimento do sistema Alqueva/Pedrógão deixaram de se registar esses caudais e os detritos têm tendência a acumular-se e "corre-se o risco de ter um estuário com níveis de poluição que podem ter consequências nefastas", acentua-ram as conclusões do debate.
Para os investigadores, os impactes causados pela barragem do Alqueva no troço do rio a jusante da albufeira e no estuário do Guadiana, em Vila Real de Santo António, levantam sérias apreensões desde que os caudais do grande rio do Sul passaram a ser regularizados. Também o autarca de Mértola, Jorge Pulido Valente, já denunciou o progressivo assoreamento do rio que está a impossibilitar a navegação segura entre a vila alentejana e Vila Real de Santo António.»
Fonte: Público.pt
