
Realiza-se entre os próximos dias
Aqui fica a página oficial do V Congresso Ibérico sobre Gestão e Planeamento da Água onde se poderão efectuar as inscrições para o evento e aceder a infomação mais pormenorizada do programa.
Aqui fala-se de curiosidades, política, experiências, e outros temas, desde que tenham a ver com Ambiente.

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A Fundação Calouste Gulbenkian lançou na quinta-feira passada o Portal Ambiente e Saúde onde cidadãos e cientistas podem partilhar informação sobre estas temáticas. O portal é coordenado pelo professor Carlos Borrego da Universidade de Aveiro e pelo professor Francisco Ferreira da Universidade Nova de Lisboa, contando ainda com a cooperação da Agência Europeia do Ambiente.

Segundo noticia o jornal Expresso na edição deste Sábado (25 de Novembro), Portugal e Espanha assinaram um acordo técnico de cedência de linces ibéricos para reprodução em cativeiro. Ainda segundo este jornal, os primeiros animais chegam em 2008 ao centro de reprodução projectado para junto da barragem de Odelouca.
O lince ibérico, mais que um animal em vias de extinção (existem muitos outros sem a mesma “projecção social”), é um símbolo para todos aqueles que trabalham pela conservação e preservação da nossa natureza. O sucesso desta iniciativa será concerteza importante para que, aos olhos da opinião pública, a fauna e a flora endémica do nosso país sejam vistas como um património natural que merece ser defendido e preservado, e não apenas como um recurso natural.
A Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente (CPADA), promove entre os dias 15 e 16 de Dezembro de 2006, em Lisboa, o 17º Encontro Nacional das Associações de Defesa do Ambiente / ONGA's, com o mote "A Defesa do Ambiente e a Participação Cidadã em Portugal".
A escalada do preço do petróleo coloca em risco o crescimento económico sustentado em Portugal. O País está a ser mais afectado do que os restantes países europeus dada a sua maior intensidade energética e a sua maior dependência energética do petróleo (o peso das importações de petróleo, face ao PIB, é três vezes mais elevado em Portugal do que na média dos restantes países da União Europeia).
A dependência energética do exterior ronda os 85 por cento, a mais elevada da Europa. Em 2005, foram gastos 5 mil milhões de euros na importação de energia, o que corresponde a 13,4 por cento das importações nacionais. Ao contrário da média europeia, a intensidade energética da economia portuguesa em vindo a aumentar desde 1991, representando em 2003 o segundo país com maior intensidade energética da economia na União Europeia a 15.
Portugal encontra-se numa encruzilhada energética tendo de encontrar alternativas para aumentar o peso relativo da energia primária produzida internamente. Este aumento pode ser feito à custa do crescimento da capacidade relativa de produção de energia nacional, em particular da produção de electricidade a partir de fontes de energias renováveis e, em simultâneo com a redução do consumo energético nacional (por aumento da eficiência energética e da sensibilização de consumidores).
Discutir o novo paradigma energético para Portugal e as fontes de energia a privilegiar é o mote do Fórum da Energia - O Futuro da Energias, as Energias do Futuro. Organizado pelo jornal Água&Ambiente, o Fórum irá decorrer de 21 a 24 de Novembro de 2006, em Lisboa, desdobrando-se numa conferência central e em várias sessões paralelas dedicadas aos diversos tipos de energias alternativas.Objectivos
- Debater o Livro Verde sobre a Energia e um cabaz energético mais sustentável, eficiente e diversificado para a União Europeia
- Reflectir sobre a procura e a oferta de energia em Portugal
- Traçar um novo paradigma energético para Portugal
- Analisar os impactos da crise petrolífera
- Discutir o futuro das energias alternativas em Portugal e do seu real valor e perspectivas futuras
- Identificar os potenciais energéticos por área, das barreiras ao seu desenvolvimento e das medidas passíveis de serem implementadas num futuro próximo
- Avaliar a integração do nuclear no sistema energético nacional
- Perspectivar as oportunidades de negócio das várias fontes energéticas
- Dissecar a eficência energética dos diversos sectores em Portugal
- Identificar medidas e acções para a utilização racional de energia
Depois de ter visto o esclarecedor documentário The end of Suburbia: Oil Depletion and the Collapse of The American Dream (que recomendo), cada vez mais acredito que o percurso de evolução da espécie humana não pode estar direccionada para um aumento ininterrupto do seus índices de actividade económica ou dos seus consumos. Não existe nenhum sistema natural em que seja possível sustentar crescimentos infinitos. É precisamente essa a visão que é tida hoje em dia como uma tendência natural de desenvolvimento das nações do chamado "mundo desenvolvido". Mas será o desenvolvimento do quê? De níveis de conforto? A que preço? Gastando que recursos a nível global?Economistas dizem que o Japão deveria inspirar-se no feliz Butão
O ultracompetitivo Japão deveria preocupar-se menos com o crescimento do seu Produto Interno Bruto (PIB) e inspirar-se mais no exemplo do Butão, que mede o seu progresso outro tipo de indicador: a Felicidade Nacional Bruta (FNB), anunciaram nesta quarta-feira famosos economistas japoneses.
"O Japão tem muito que aprender com o Butão", declarou Takayoshi Kusago, ex-economista do Banco Mundial e professor da Universidade de Osaka, durante um simpósio sobre a 'felicidade nacional bruta' organizado em Tóquio pela chancelaria japonesa.
O PIB do Butão é somente de 500 milhões de dólares, quase nove mil vezes inferior ao do Japão (4,4 trilhões de dólares). Mas, desde 1970 este pequeno reino do Himalaia preocupa-se sobretudo com o crescimento da sua Felicidade Nacional Bruta (FNB), um índice que mede a felicidade individual de cada cidadão.
O «FNB» leva em conta quatro factores: o desenvolvimento sócio-económico duradouro e equitativo, a preservação do meio ambiente, a conservação e promoção da cultura, além de bons governos.
"Em busca de um modelo de desenvolvimento, o Butão não encontrou qualquer índice que estivesse de acordo com os valores e aspirações do país. Ao contrário, só viu que o mundo estava dividido entre nações ricas e em nações pobres", explicou o economista do Butão, Karma Galay.
Os economistas japoneses admitem que no referente ao FNB, os progressos do Butão eram muito superiores aos do Japão, onde o índice de suicídios é um dos mais altos do mundo e não é rara a morte por excesso de trabalho.
Além disso, cada criança do Butão parece ser um especialista em questões de meio ambiente. "É muito melhor do que aquilo que se ensina aos meninos japoneses neste campo", destacou Shunichi Murata, professor da Universidade Kansei Gakuin.
O Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias condenou no passado dia 26 de Outubro o Estado português por violação de normais ambientais na escolha do traçado da auto-estrada do sul (A2), dando provimento a uma queixa apresentada pela Comissão Europeia.
«A seca atingiu a China, onde centenas de milhões de pessoas estão sem acesso assíduo a água potável. O governo chinês anunciou na passada terça-feira, que irá iniciar dessalinização de água do mar para ajudar a combater a crise.