16 agosto, 2006

Mapas Interactivos do Algarve


"Visitar uma rua, praceta ou igreja, docas de recreio ou simplesmente ver um terreno a partir do ar, tudo na região do Algarve. Agora já é possível na Internet, à distância de um clique, com extrema precisão.

Trata-se de ferramenta regional de mapas mais actualizada do momento foi desenvolvida pelo projecto Algarve Digital, no âmbito do sub-projecto Pólo Geográfico, e dispõe de várias funcionalidades interactivas, interessantes para o utilizador comum, bem como para técnicos de cartografia, arquitectos e projectistas.

Segundo Paulo Bernardo, director geral da Globalgarve, entidade gestora do projecto, "a aplicação estará em constante evolução, a nível dos conteúdos, e das funcionalidades, e estão previstos para breve outros desenvolvimentos da mesma".

O sistema "em breve será alargado para soluções a serem utilizadas pelas autarquias, nomeadamente no que toca à gestão do território e do ordenamento do mesmo", sublinhou.

A consulta dos mapas interactivos pelos utilizadores realiza-se através de um menu amigável que permite explorar a cartografia da região, à semelhança do que acontece com o Google Earth, por exemplo. Mas vai mais além: o utilizador pode definir a escala de visualização, consultar coordenadas, verificar medidas de área e inclusive criar documentos em PDF das consultas e imprimi-los ou enviar a amigos.

Dado que esta ferramenta foi criada a pensar no Algarve existe um motor de busca que inclui vários pontos de interesse regionais como hotéis, restaurantes, cafés, bares, farmácias, serviços públicos, centros de saúde ou monumentos.

Escolhido um ponto de interesse para ser visualizado, a ferramenta permite ainda ligação a links com informações sobre ele, se existirem nas páginas do portal do turismo.

Os mapas interactivos permitem ainda consultar a cartografia de vários locais, com limites administrativos, estradas, caminhos-de-ferro, localidades e a rede hidrográfica principal.

O acesso aos mapas interactivos é feito a partir do portal Algarve Digital (http://www.blogger.com/www.algarvedigital.pt) ou directamente em http://geo.algarvedigital.pt. "

Fonte: Observatório do Algarve (19-07-2006)

10 agosto, 2006

Início da recuperação da Camada do ozono prevista a partir de 2020

O National Institute for Environmental Studies (NIES) do Japão, lançou a 19 de Maio deste ano a sua projecção sobre a recuperação futura da camada do ozono, com base em simulações pelo modelo climático químico estratosférico (CCSR/NIES CCM). De acordo com esses dados, o buraco do ozono está actualmente na sua maior dimensão e com a deplecção de ozono mais massiva, esperando-se que se mantenha assim por enquanto. Contudo, a simulação mostrou que o buraco do ozono começaria a diminuir a partir de cerca de 2020 e que a camada do ozono sobre a Antártica recuperaria para os níveis de 1980 a meio do século XXI.
Foto: NASA

Assim, o estudo concluíu que o buraco do ozono iria desaparecer. O CCSR/NIES CCM é um modelo numérico co-desenvolvido pelo NIES e pelo Center for Climate System Research of the University of Tokyo. Este modelo aplica sistemas de feedback complexos aos seus cálculos, sendo que os seguintes afectam a densidade e distribuição de ozono na estratosfera: processos químicos de formação e deplecção de ozono, processos físicos de transporte atmosférico e processos radiativos de absorção da luz solar e radiação infra-vermelha.

Com o CCSR/NIES CCM, os investigadores efectuaram simulações numéricas sobre a estrutura futura da camada do ozono considerando as emissões totais previstas de substâncias depletoras do ozono, como os CFCs e os halons, e a variação nas concentrações de gases de estufa, incluíndo o dióxido de carbono.

Os resultados mostraram que as medidas de protecção da camada do ozono, promovidas globalmente, surtiram efeito. Contudo, também é projectado que um grande buraco do ozono permanecerá nas próximas décadas, período esse que será obviamente alargado se forem emitidas mais quantidades de CFCs e halons do que as usadas no modelo.

Fonte: Japan for Sustainability. Notícia original AQUI

31 julho, 2006

Concurso Solar "Padre Himalaya" - Edição 2006

Pirelióforo: Clique para saber mais!Nos dias 24 e 25 de Junho a Ciência Viva (Agência Nacional para a Cultura Cientifica e Tecnologia) conjuntamente com a SPES (Sociedade Portuguesa de Energia Solar) realizaram a edição de 2006 do Concurso Solar Padre Himalaya.

Esta importante iniciativa, sobre o aproveitamento da Energia Solar, teve por objectivo divulgar, promover e dinamizar, nas camadas mais jovens, o aproveitamento das energias renováveis.

O evento levou ao Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações, mais de um milhar de participantes e acompanhantes, com alunos e professores de quase todos os graus de ensino, apresentando orgulhosamente diferentes trabalhos criativos e bem sucedidos com recurso ao aproveitamento da radiação solar na produção da Energia Térmica e Eléctrica.

Siga as ligações para saber mais!


Consulte também aqui o "Guia Didáctico de Energia Solar":

O aproveitamento da energia solar: energia e sociedade - cap. I

Conceitos Gerais de Heliotecnia - cap. II

Conversão Térmica da Energia Solar - cap. III

Conversão Fotovoltaica da Energia Solar - cap. IV

Relógios de Sol - cap. V

Construção e Avaliação de Desempenho de Colectores Solares Térmicos - cap. VI

Construção e Avaliação de Desempenho de Fornos Solares - cap. VII

Construção e Avaliação de Desempenho de Modelos Fotovoltaicos - cap. VIII

28 julho, 2006

28 de Julho - Dia Nacional da Conservação da Natureza.


Comemora-se hoje o Dia Nacional da Conservação da Natureza e como sempre, Os Ambientalistas não poderiam deixar de enaltecer o facto. Este dia foi proclamado por ocasião dos 50 anos da LPN no dia 28 de Julho de 1998 em que o Estado Português instituiu esta efeméride. Este dia surge assim com o objectivo de chamar a atenção dos cidadãos para a importância da natureza e para os problemas de conservação existentes.

No âmbito do Dia Nacional da Conservação da Natureza, o Secretário de Estado do Ambiente, esteve durante a manhã na sessão de abertura do Encontro Nacional de Parques Naturais – Biodiversidade e Desenvolvimento, que decorre em Olhão tal como noticiado n'Os Ambientalistas e durante a tarde no Cabo Mondego com o propósito de anunciar o início do processo de classificação da área de ocorrência natural de afloramentos jurássicos como “Monumento Natural do Cabo Mondego”.

De uma maneira em geral um pouco por todo o país este dia é completamente deixado para plano secundário, além da participação e dinamização por parte do ICN no ECODROME e a LPN que emite um comunicado sobre o estado da conservação da Natureza em Porugal.


Aceite a nossa sugestão e vá até um Parque Natural e comungue com a natureza.
Bom Dia da Conservação da Natureza, são os votos da gerência d'Os Ambientalistas.

24 julho, 2006

Debate "online" sobre as florestas

A propósito das florestas, aqui fica uma conversa de Eugénio Sequeira, presidente da LPN, com Pedro Bingre, professor da Escola Superior Agrária de Coimbra. O tema é os fogos florestais, mas a conversa aborda temas tão variados como o que é o clima Mediterrânico, a responsabilidade pelos solos, a política de solos, o papel do Estado, o combate aos fogos.

Para ouvir clique em baixo:

Florestas



Fonte: Ambio

20 julho, 2006

A Indústria Sustentável de Produtos Florestais - Carbono e Alterações Climáticas


Na conferência "A Indústria Sustentável de Produtos Florestais - Carbono e Alterações Climáticas" pretende-se discutir a contribuição das indústrias florestais para as questões do carbono.

Esta contará com a presença de James Griffiths (WBCSD) e irá realizar-se no Auditório do Metro de Lisboa (Estação do Alto dos Moinhos), pelas 9h30.

Consulte aqui o programa

A entrada é gratuita, embora as inscrições devam ser efectuadas até dia 25 de Julho neste endereço:

neusa.meneses(arroba)bcsdportugal.org

12 julho, 2006

Jovens são os que mais usam o automóvel nas deslocações diárias

O automóvel é utilizado por um total de 3.86 milhões de residentes no Continente para as suas deslocações diárias, um número que corresponde a 46,5% do universo analisado pelo estudo «Consumidor 2005» da Marktest.

A mesma fonte salienta que nos últimos anos tem-se verificado uma tendência de aumento na utilização diária destes veículos, tendo-se passado de 42,1% em 2001 para os 46,5% agora observados.

A Marktest, citada pelo Jornal de Negócios Online, indica ainda que 77,9% dos utilizadores de automóvel para as deslocações diárias são quadros médios e superiores, sendo que as domésticas representam apenas 18,2% do total do universo.

O estudo refere ainda que cerca de 66.8% dos jovens entre os 25 e os 34 anos utiliza diariamente o automóvel nas suas deslocações, «um valor que baixa para os 14,1% junto dos idosos com mais de 64 anos».

Estes veículos são utilizados por 65,6% dos inquiridos pertencentes à classe alta e média alta, uma percentagem que compara com os 23,1% da classe baixa.

Considero estes valores alarmantes, na medida em que refletem o insucesso da educação ambiental dos cidadãos portugueses.

Por outro lado, se a utilização diária dos veículos aumentou, isto poderá querer dizer que andar de transportes públicos tornou-se, ou mais caro, ou menos proveitoso, do ponto de vista do ganho em mobilidade. Penso que hoje em dia temos um misto dos dois...


Fonte: Jornal de Negócios Online

ECODROME 2006

Ria FormosaO Município de Olhão promove, em parceria estratégica com o Instituto da Conservação da Natureza, entre 27 e 30 de Julho de 2006, a primeira Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente (Festival ECODROME).

Trata-se de um projecto com características inéditas em Portugal na área do Ambiente, da Conservação da Natureza e da Sustentabilidade, que reunirá pela primeira vez num mesmo espaço a totalidade dos Parques portugueses, Parques espanhóis e franceses e empresas e organizações ligadas ao Sector.

A realização da Feira coincidirá com as comemorações do Dia Nacional da Conservação da Natureza e decorrerá no âmbito de um extenso programa que inclui, entre outras acções, a realização de conferências, debates, ciclos de cinema ambiental, música, workshops e exposições de Bioarte e Ecodesign.

07 julho, 2006

Acesso à informação ambiental

Foi publicada no passado dia 12 de Junho a Lei n.º 19/2006, que regula o acesso à informação sobre ambiente.

Como acérrimos defensores de uma sociedade esclarecida e participativa, não podíamos deixar de vos convidar a ler atentamente esta Lei, que tem como objectivos garantir o direito de acesso à informação sobre ambiente detida pelas autoridades públicas ou em seu nome; assegurar que a informação sobre ambiente é divulgada e disponibilizada ao público; promover o acesso à informação através da utilização de tecnologias telemáticas ou electrónicas.

Deste documento destaca-se o prazo de 10 dias úteis para que a autoridade pública disponibilize a informação ao requerente, dando sempre que possível primazia aos suportes mais avançados (electrónicos), e também a realização de um relatório pelo Instituto do Ambiente, até 15 de Fevereiro de 2009, sobre a aplicação da Lei, sendo que esse relatório é apresentado à Comissão Europeia até 15 de Agosto.

Qualquer requerente que se sinta lesado pode ainda apresentar queixa à Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA), sendo que essa Comissão é consultada para a realização do referido relatório.

Informem-se!!

05 julho, 2006

DISCUSSÃO PÚBLICA - POA do Funcho e do Arade

Entre 10 de Julho e 21 de Agosto de 2006, estará disponível para consulta no âmbito da Discussão Pública, o Plano de Ordenamento das Albufeiras (POA) do Funcho e Arade.

Ver o aviso oficial

PARTICIPE!


O que são POA?

Os Planos de Ordenamento de Albufeiras, são considerados Planos Especiais de Ordenamento do Território (PEOT) e compreendem uma área na qual se integra o plano de água e a zona envolvente de protecção numa faixa de 500 ou 200 m, contados a partir do nível de pleno armazenamento da albufeira.

Os POA são os únicos planos onde os objectivos de planeamento se orientam sobretudo para o ordenamento do plano de água e, a partir daí se extrapolam as regras para uso, ocupação e transformação do solo na sua envolvente.

Será, portanto, determinante que seja estabelecido um zonamento que respeite a capacidade de carga do meio hídrico, quer em termos físicos quer em termos de qualidade, daí que seja importante a recolha de observações e sugestões sobre a proposta de plano, durante o processo de discussão pública.


Consulte também:

Outros POA em Discussão Pública

Alqueva e Pedrógão

Crestuma-Lever

Enxoé

Idanha

Odivelas

Sabugal

Vale de Gaio


Ponto de situação da elaboração dos POA em Portugal

Veja aqui o mapa em Flash