Entre 10 de Julho e 21 de Agosto de 2006, estará disponível para consulta no âmbito da Discussão Pública, o Plano de Ordenamento das Albufeiras (POA) do Funcho e Arade.
Ver o aviso oficial
PARTICIPE!
O que são POA?
Os Planos de Ordenamento de Albufeiras, são considerados Planos Especiais de Ordenamento do Território (PEOT) e compreendem uma área na qual se integra o plano de água e a zona envolvente de protecção numa faixa de 500 ou 200 m, contados a partir do nível de pleno armazenamento da albufeira.
Os POA são os únicos planos onde os objectivos de planeamento se orientam sobretudo para o ordenamento do plano de água e, a partir daí se extrapolam as regras para uso, ocupação e transformação do solo na sua envolvente.
Será, portanto, determinante que seja estabelecido um zonamento que respeite a capacidade de carga do meio hídrico, quer em termos físicos quer em termos de qualidade, daí que seja importante a recolha de observações e sugestões sobre a proposta de plano, durante o processo de discussão pública.
Consulte também:
Outros POA em Discussão Pública
Alqueva e Pedrógão
Crestuma-Lever
Enxoé
Idanha
Odivelas
Sabugal
Vale de Gaio
Ponto de situação da elaboração dos POA em Portugal
Veja aqui o mapa em Flash
05 julho, 2006
28 junho, 2006
E que tal correr à pedrada com este género de “políticos”?!

<< O presidente da Câmara de Viseu e da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Fernando Ruas, incitou anteontem a população da cidade a "correr à pedrada" os inspectores do Ministério do Ambiente, na sequência de uma queixa do presidente da Junta de Freguesia de Silgueiros.
O presidente da Junta de Freguesia de Silgueiros, António Coelho, conta na edição de hoje do "Jornal de Notícias" que foi multado e depois condenado em tribunal no inicío do ano, mas queixou-se na Assembleia Municipal do facto de os serviços do ambiente não terem multado uma obra clandestina feita por um munícipe naquela freguesia.
António Coelho lamentou que "o zelo e a celeridade com que autuaram a junta de freguesia de Silgueiros" não tenham sido os mesmos para a situação da obra clandestina.
Irritado, Fernando Ruas rematou a intervenção do presidente da junta com um
apelo: "Corram-nos à pedrada, a sério. Arranjem lá um grupo e corram-nos à pedrada. Eu estou a medir muito bem aquilo que digo".
O presidente da ANMP queixou-se da actuação dos vigilantes da natureza - "esses senhores que na maioria dos casos aparecem para multar as juntas de freguesia" - e pediu que "tenham a dignidade de primeiro avisar os autarcas locais. É uma questão de respeito por quem foi eleito pelo povo. Isto é perfeitamente inacreditável", prosseguiu. "Nós queremos gente que vá ajudar as freguesias, não queremos gente que obstaculize o seu desenvolvimento", disse ainda.
O "Jornal de Notícias" cita ainda Ribeiro de Carvalho, da bancada socialista, que se opôs às declarações de Fernando Ruas.
"Nem a brincar se deve dizer aquilo. Correr à pedrada funcionários do Estado em exercício das suas funções é uma coisa completamente inusitada. Não subscrevo a afirmação, de modo nenhum", disse Ribeiro de Carvalho.
O PS pediu uma intervenção ao presidente da Assembleia Municipal, Almeida Henriques, que se limitou a dizer que não entendeu "as palavras do senhor presidente da Câmara como querendo dizer atirar pedras às pessoas", mas sim como "um apelo à concertação" entre serviços.
Hoje, em declarações à rádio TSF, Fernando Ruas negou que tenha lançado um apelo literal à violência contra os fiscais e compara a sua frase à expressão do treinador da selecção nacional de futebol, Luiz Felipe Scolari, sobre a existência de jogos de "mata-mata", explicando que o seu sentido não é interpretado como sendo causador de morte. >>
Fonte: PUBLICO.PT - 28.06.2006
O presidente da Junta de Freguesia de Silgueiros, António Coelho, conta na edição de hoje do "Jornal de Notícias" que foi multado e depois condenado em tribunal no inicío do ano, mas queixou-se na Assembleia Municipal do facto de os serviços do ambiente não terem multado uma obra clandestina feita por um munícipe naquela freguesia.
António Coelho lamentou que "o zelo e a celeridade com que autuaram a junta de freguesia de Silgueiros" não tenham sido os mesmos para a situação da obra clandestina.
Irritado, Fernando Ruas rematou a intervenção do presidente da junta com um
apelo: "Corram-nos à pedrada, a sério. Arranjem lá um grupo e corram-nos à pedrada. Eu estou a medir muito bem aquilo que digo".
O presidente da ANMP queixou-se da actuação dos vigilantes da natureza - "esses senhores que na maioria dos casos aparecem para multar as juntas de freguesia" - e pediu que "tenham a dignidade de primeiro avisar os autarcas locais. É uma questão de respeito por quem foi eleito pelo povo. Isto é perfeitamente inacreditável", prosseguiu. "Nós queremos gente que vá ajudar as freguesias, não queremos gente que obstaculize o seu desenvolvimento", disse ainda.
O "Jornal de Notícias" cita ainda Ribeiro de Carvalho, da bancada socialista, que se opôs às declarações de Fernando Ruas.
"Nem a brincar se deve dizer aquilo. Correr à pedrada funcionários do Estado em exercício das suas funções é uma coisa completamente inusitada. Não subscrevo a afirmação, de modo nenhum", disse Ribeiro de Carvalho.
O PS pediu uma intervenção ao presidente da Assembleia Municipal, Almeida Henriques, que se limitou a dizer que não entendeu "as palavras do senhor presidente da Câmara como querendo dizer atirar pedras às pessoas", mas sim como "um apelo à concertação" entre serviços.
Hoje, em declarações à rádio TSF, Fernando Ruas negou que tenha lançado um apelo literal à violência contra os fiscais e compara a sua frase à expressão do treinador da selecção nacional de futebol, Luiz Felipe Scolari, sobre a existência de jogos de "mata-mata", explicando que o seu sentido não é interpretado como sendo causador de morte. >>
Fonte: PUBLICO.PT - 28.06.2006
Foto: www.solidariedade.pt
DISCUSSÃO PÚBLICA - Gestão Integrada da Zona Costeira Nacional
Foi nomeado, por despacho do MAOTDR, um grupo de trabalho que teve como missão «desenvolver as bases de uma estratégia que sustente uma política de ordenamento, planeamento e gestão da zona costeira portuguesa, continental e insular, nas suas vertentes terrestre e marinha». Do trabalho desenvolvido resultou documento intitulado "Bases para a Estratégia de Gestão Integrada da Zona Costeira Nacional" (apresentado em conferência de imprensa a 26 de Janeiro deste ano).
A definição das bases estratégicas articulou aspectos como «o carácter dinâmico do litoral, a sua sensibilidade ambiental, a fragilidade biofísica, a diversidade e a complexidade dos seus habitats, bem como a sua valia social e económica».
As bases estratégicas definem os objectivos fundamentais, as linhas de orientação, bem como os domínios de intervenção prioritários e a tipologia das medidas de acção numa perspectiva de médio prazo.
Os comentários ao relatório podem ser enviados para o Fax número 213 232 532 ou para: gmaotdr(arroba)maotdr.gov.pt
Descarregue aqui o documento (formato pdf) e participe!
Fonte: CIACOMAR e MAOTDR
22 junho, 2006
I Seminário "Saúde e Ambiente"
A relação, complexa e vulnerável, entre os factores ambientais e a saúde das populações estará em discussão no I Seminário “Saúde e Ambiente”. O evento tem lugar no auditório do Campus Académico de Silves do Instituto Piaget, dia 5 de Julho, das 14h30 às 18h30.
A inscrição é gratuita e poderá ser efectuada até 30 de Junho.
Destinatários
Profissionais nas áreas de Saúde e Ambiente
Autarquias
Organizações Não Governamentais
Estudantes do Ensino Superior na Área da Saúde e Ambiente
Público em Geral
Informações e Inscrições
José Carlos Lourenço
T. 282 440 178 (Ext. 189)
F. 282 440 179
jlourenco(arroba)silves.ipiaget.org
Programa do Seminário
Ficha de inscrição
Seminário: As Águas Subterrâneas e a Gestão de Recursos Hídricos
Assistiu-se no final do Século XX em Portugal a um profundo conjunto de modificações no que respeita à evolução dos modelos de gestão da água. A evolução verificada no quadro legislativo, nas instituições relacionadas com a gestão da água, nas tecnologias que facultam as soluções adoptadas e na própria evolução dos consumos foi extraordinariamente acentuada em todos estes dominios.
O presente seminário pretende constituir um debate sobre a temática geral da evolução dos modelos de gestão da água que, na segunda metade do Século XX, conduziu à actual forma de, no nosso país, lidarmos com a gestão da água.
A abordagem proposta pretende desenvolver-se tendo em conta o papel que tem sido desempenhado pelas águas subterrêneas no nosso país ao longo deste período.
A temática a abordar tem sido amplamente debatida nos últimos anos pelos especialistas em águas subterrâneas. No entanto, na opinião dos organizadores deste seminário, é pouco conhecida do público em geral. Deste modo, pretende-se com o conjunto de palestras, contribuir para alargar o debate desta temática a uma faixa da população mais vasta.
O seminário é organizado pela IAH em colaboração com a Comissão Coordenadora do Mestrado em Biologia e Geologia para a Educação da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente e irá decorrer amanhã, no Campus de Gambelas da Universidade do Algarve, em Faro.
Consulte aqui o programa do seminário e participe!
20 junho, 2006
Tertúlia - Alternativas de mobilidade para a cidade de Lisboa
Alternativas numa Cidade Tomada pelos CarrosSábado, 24 de Junho
Numa altura em que o preço do petróleo atinge níveis históricos e em que os espaços urbanos são cada vez mais dominados por grandes vias rodoviárias e locais de estacionamento de automóveis, é urgente reflectir sobre formas de mobilidade alternativas, simultaneamente preservadoras do meio ambiente e da qualidade de vida dos moradores da cidade.
Será apresentado o movimento "Massa Crítica" e debatida a viabilidade da utilização da bicicleta e de outros meios de transporte não motorizados em Lisboa, tendo ainda lugar o visionamento do filme "Still We Ride".
Esta tertúlia terá lugar no colorido espaço dos Crew Hassan (Rua das Portas de Santo Antão, nº 159, 1º andar), mesmo ao pé do Coliseu, nos Restauradores, em Lisboa.
Panfleto para divulgação:
Frente
Verso
18 junho, 2006
"África urbaniza-se"
"Um relatório das Nações Unidas sobre o estado dos centros urbanos revela que o continente africano, cuja população ainda é maioritariamente rural, está a viver um conturbado e acelerado processo de urbanização. A taxa de crescimento dos países do sul do Sara (4,58%) é a mais alta do mundo. O documento - divulgado hoje em Londres - prevê que se se mantiverem as tendências actuais, em 2030 haverá mais pessoas a viver nas cidades africanas do que no conjunto da Europa, sobretudo na África subsariana, onde 72% da população urbana já mora em barracas. Já a Ásia, concentrará metade da população urbana mundial.
Elaborado pelo programa Habitat, o relatório prevê que em 2007, pela primeira vez na história, a população urbana mundial supere a rural. Actualmente, 3.170 milhões de pessoas vivem nas cidades, de um total de 6.450 milhões. Um sexto da população mundial vive em bairros-de-lata. Para 2030, estima-se que a proporção de população urbana seja ainda maior, 5.000 milhões de um total de 8.100. Sendo certo que a partir de 2015 a população rural começará a decrescer.
A ONU aponta para os riscos desta abrupta urbanização: os moradores de bairros-de-lata passam mais fome, têm menos educação, menos chances de conseguir emprego no sector formal e sofrem mais com doenças do que o resto da população das cidades.
Segundo a ONU, o fenómeno urbano deste século serão as megacidades, densamente povoadas com mais de 10 milhões de habitantes. Haverá, também, as metacidades, caracterizadas por um crescimento descontrolado de mais de 20 milhões de habitantes. Prevê-se que em 2020 centros urbanos como Bombaim, Nova Deli, México, São Paulo, Nova Iorque, Dacar, Jacarta e Lagos vão receber esta classificação.
Os relatores advertem que, se não forem tomadas medidas para inverter a crescente urbanização, as barracas ameaçam converter-se no tipo predominante de habitação no século XXI, sobretudo na África subsariana e Ásia Meridional."
Fonte : Expresso online
14 junho, 2006
Problemas nas Megacidades

O crime ou a Poluição são os principais problemas nas cidades, quer sejam de pequenas ou grandes dimensões. Mas nas Megacidades, aquelas com mais de 10 milhões de habitantes, estes e outros problemas do quotidiano rapidamente se transformam em “megaproblemas”.
Em 1995 existiam 14 Megacidades.
Em 2015, existirão 21.
Um artigo da Foreign Policy dá-nos conta dos principais problemas de 6 Megacidades.
Leia o artigo aqui.
Um artigo da Foreign Policy dá-nos conta dos principais problemas de 6 Megacidades.
Leia o artigo aqui.
12 junho, 2006
VIII Summer Institute on Global Environmental Issues
A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, vai realizar a Oitava Edição do Summer Institute on Global Environmental Issues.
Este ano, os temas a serem abordados incluem: “Global Governance: Alive or dead?”; Politicas Ambientais nos EUA e na EU; Estratégias para o Desenvolvimento Sustentável; Sustentabilidade Empresarial; Recursos Naturais Ameaçados; Clima, Secas e Recursos Hídricos; Biodiversidade; Agenda Energética; Epidemias, Pandemias e Saúde Pública Ambiental; Oceanos e as Políticas de Portugal/EU; Comercio Global; Responsabilidade dos Media.
Este ano, os temas a serem abordados incluem: “Global Governance: Alive or dead?”; Politicas Ambientais nos EUA e na EU; Estratégias para o Desenvolvimento Sustentável; Sustentabilidade Empresarial; Recursos Naturais Ameaçados; Clima, Secas e Recursos Hídricos; Biodiversidade; Agenda Energética; Epidemias, Pandemias e Saúde Pública Ambiental; Oceanos e as Políticas de Portugal/EU; Comercio Global; Responsabilidade dos Media.
Destinatários: Profissionais com interesses e responsabilidades na área do Ambiente, nomeadamente professores e estudantes universitários (finalistas) ou pósgraduação, jornalistas, membros de ONG’s e autarcas, profissionais dos sectores público e privado.
Local: Auditório da FLAD (Rua Sacramento á Lapa, nº 21, Lisboa)
Duração: Três dias e meio – a tempo inteiro, 9:30h – 17:30h ( Julho 3,4 e 5),
dia 6 de Julho, 9:30h – 13:00h
Condições: Habilitações mínimas – Licenciatura ou frequência do último ano da Licenciatura;
Bons conhecimentos de Inglês. Inscrição e frequência gratuitas. Selecção por análise curricular, actividade profissional, perspectiva e ambição pessoal. Serão seleccionados um máximo de 25 participantes.
NOTA: Nos primeiros três dias do curso a Fundação oferecerá o almoço. Para os participantes com residência fora do concelho Lisboa as despesas de alojamento e de transporte serão pagas pela FLAD mediante comprovativo.
Data limite de entrega de candidaturas: 23 de Junho
As candidaturas deverão ser enviadas por correio electrónico para vitor.ventura(arroba)flad.pt , com o título – Instituto de Verão. Deverão enviar também o CV resumido, bem como uma carta de apresentação explicando o motivo de interesse.
Organizações/ Individualidades Convidadas: QUERCUS; Environmental Defense (USA); Geota; LPN; EURONATURA; CNADS; Business Council for Sustainable Development - Portugal; UNEP; Ministério do Ambiente; Profº Evan Vlachos (Colorado State University); Profº
Viriato S. Marques; Prof. Dan Estes, Yale, (USA).
Para mais informações contactar vítor.ventura(arroba)flad.pt ou tel: 213935828 ou pelo fax - 213928772
10 junho, 2006
Projecto: O Meu Ecoponto
"O Meu Ecoponto" é um projecto desenvolvido pelo GEOTA e pela Sociedade Ponto Verde. É apoiado por diversas entidades. Conta com a parceria especial dos sistemas multi-municipais de gestão de RSU Amarsul, Tratolixo e Associação de Municípios da Ilha de S. Miguel.
Sabemos que, actualmente, em Portugal, existem cerca de 25 000 Ecopontos e que esse número está constantemente a aumentar. Trata-se do sistema mais generalizado para a deposição selectiva de resíduos de embalagens, colocado à disposição do público.
Dadas as metas que o nosso país tem que cumprir para a reciclagem e valorização dos resíduos de embalagens, verifica-se a permanente necessidade de um aumento de eficácia dos processos de recolha que lhes estão associados.
Como a eficácia da recolha selectiva através dos ecopontos depende de vários factores, sendo o principal a participação do público, nasceu a ideia de aliar as novas tecnologias de informação, como a Internet, à participação e à avaliação, por parte dos utilizadores dos ecopontos, do funcionamento desses equipamentos.
A avaliação pelo público, utilizando as ferramentas disponibilizadas na página O Meu Ecoponto e noutros suportes, permitirá auxiliar os Sistemas Municipais/Autarquias a detectarem eventuais problemas e a melhorarem os processos de recolha, contribuindo assim para a eficácia global do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens - SIGRE.
Resumindo:
- Se acha que falta um Ecoponto na sua Zona, pode agora sugerir onde deve ficar.
- Se tem alguma observação a fazer sobre colocação de um ecoponto na sua rua, a sua eficácia, ou estado de conservação, pode agora fazê-lo através d'"O Meu Ecoponto"!
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