As comunidades ribeirinhas permanecem entretanto de costas viradas para o rio e são raros os casos em que são chamadas a participar na discussão de soluções alternativas. Devolver as frentes ribeirinhas à população é uma preocupação crescente dos grupos de cidadãos que promovem debates sobre urbanismo, cidadania e participação pública.
Vai decorrer no dia 14 de Junho, às 21h, no espaço cultural Café Com Letras (R. Cândido dos Reis, 88 - 94, Cacilhas – Almada.) o debate “Comunidades Ribeirinhas e Ambiente”.
Este debate vem no seguimento do debate “Betão Armado em Cidade” (que contou com 61 cidadãos que discutiram, entre si e com urbanistas, os problemas e a reabilitação do espaço urbano) e contará com a presença de cidadãos, activistas ambientais, arquitectos e elementos do movimento cívico Xiradania.
A sua participação é importante, participe!
Presentes no espaço do Debate vão estar fotografias da autoria de - Luís Silva e Luís Gurriana, maquetas de Miguel Quinhones e uma exposição da U. Lusófona intitulada “30 anos de Caos Urbanístico”.
Fonte: Grupo Vida Urbana e Ambiente BE - Almada
A última versão do
A análise da utilização de fontes de energia renovável (FER), numa perspectiva integradora, não deve esquecer questões que se situam a montante, como as razões da utilização destas fontes mas, também, problemas a elas associadas. Importa referir que as FER apresentam diversas vantagens: não utilizam recursos finitos como o petróleo, possibilitam uma maior independência face ao exterior e, de uma maneira geral e à escala a que são implementadas, apresentam menores impactes ambientais.
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