Foi durante a leitura de um artigo sobre o aumento da incidência de leucemia infantil, no PÚBLICO, que constatei que, dos principais resultados dos mais recentes estudos sobre esta doença, apresentados pela Children with Leukaemia (organização de beneficiência do Reino Unido), constam alguns que relacionam a leucemia com a poluição.
De facto, entre outros factores como a exposição a materiais radioactivos, “acredita-se que a poluição seja a grande responsável pelo aumento de leucemia infantil, uma vez que, mesmo dentro da barriga da mãe, a criança está exposta aos efeitos dos agentes poluentes. A mãe transfere os agentes através da placenta e, nesta fase, a criança é muito mais sensível. Os fetos representam então uma subpopulação particularmente sensível aos efeitos de partículas poluentes. No entanto, os seus efeitos são, para já, bastante desconhecidos.”
“Comparando diferentes países da Europa, Portugal regista uma das mais baixas percentagens de leucemia infantil, ao lado da Polónia e Roménia. Os países com maior percentagem são em geral do centro ou norte da Europa. Algo que poderá estar relacionado com os níveis de poluição das diferentes zonas do continente.”
Mais uma prova que a degradação ambiental a que assistimos hoje contribui directamente para comprometer as gerações vindouras.
Fonte: PÚBLICO 7 Set 2004
De facto, entre outros factores como a exposição a materiais radioactivos, “acredita-se que a poluição seja a grande responsável pelo aumento de leucemia infantil, uma vez que, mesmo dentro da barriga da mãe, a criança está exposta aos efeitos dos agentes poluentes. A mãe transfere os agentes através da placenta e, nesta fase, a criança é muito mais sensível. Os fetos representam então uma subpopulação particularmente sensível aos efeitos de partículas poluentes. No entanto, os seus efeitos são, para já, bastante desconhecidos.”
“Comparando diferentes países da Europa, Portugal regista uma das mais baixas percentagens de leucemia infantil, ao lado da Polónia e Roménia. Os países com maior percentagem são em geral do centro ou norte da Europa. Algo que poderá estar relacionado com os níveis de poluição das diferentes zonas do continente.”
Mais uma prova que a degradação ambiental a que assistimos hoje contribui directamente para comprometer as gerações vindouras.
Fonte: PÚBLICO 7 Set 2004
Recentemente ao me deslocar no IC2 junto a Leiria fiquei simplesmente parvo! Deslocava-me no sentido Pombal-Leiria e não pude acreditar no que vi. O estádio municipal de Leiria, (re)construído propositadamente para o euro 2004 e o castelo de Leiria, património da cidade que data da primeira metade do séc. XII. O que se passa é que aquele psicadelismo aberrante de cores da autoria do arquitecto Tomás Taveira encontra-se ali mesmo junto a um castelo carregado de história!
Desde que o preço do petróleo ultrapassou os 40 dólares por barril que a produção de electricidade a partir de fontes de energia renovável passou a ser competitiva em Portugal.
"O termo mais famoso que temos hoje em dia, o tal do "desenvolvimento sustentável", me parece então um tanto quanto vazio. E por isto mesmo extremamente perigoso. Meu objetivo neste mês não é discutir quais seriam as soluções para nossas crises ambientais, assunto para fóruns de debate gigantescos, e sim chamar a atenção para o fato de que não devemos nos conformar ou ter a consciência tranqüila toda vez que ouvimos este termo em algum projeto ou empreendimento qualquer. Isto não quer dizer que todas as providências necessárias para preservar a natureza estejam sendo tomadas."
Os equipamentos expostos a céu aberto estão sujeitos a diferentes tipos de poluição atmosférica/ambiental e, é, por vezes, necessário realizar operações de limpeza. Esta tarefa é frequentemente difícil devido ao facto da maior parte deste equipamento estar situado em locais que não são de fácil acesso e o serviço ter de ser interrompido para se efectuarem essas mesmas operações de limpeza.