Pois é. Aviso-vos que a EDP já está a aceitar pré-adesões do seu serviço de acesso à Internet de banda larga por linha eléctrica, o Go Powerline.
Sabiam dessa?
Será por isso que na factura deste mês apareceu um NOVO imposto de 1.60E designado Audi-Visual mais concretamente com o código L-30/2003 ( será o DL )???
Já se paga antecipadamente e somos todos a pagá-lo???
29 março, 2004
26 março, 2004
Sustentabilidade
Aqui fica uma sugestão interessante no que toca ao tema sustentabilidade (económica, social e ambiental).
25 março, 2004
Lisboa: papel e pilhas trocados por plantas e árvores no Pavilhão do Conhecimento
Os lisboetas poderão trocar papel e pilhas usados por plantas e árvores a partir do próximo domingo, Dia Mundial da Árvore, no Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva no Parque das Nações.
Durante uma semana, escolas e público em geral são convidados a trocar cada cinco quilos de papel ou 20 pilhas usadas por uma planta e receber ainda uma entrada para o Pavilhão do Conhecimento, válida apenas para os dias 21, 27 e 28 de Março.
Por cada 50 quilos de papel usado, que serão encaminhados para reciclagem, será oferecida em troca uma árvore (em média, por cada metro cúbico de papel produzido são abatidas cerca de 15 árvores).
A iniciativa é da Empresa Geral do Fomento, do grupo Águas de Portugal, responsável pelo tratamento e valorização de cerca de 2,5 milhões de toneladas anuais de lixo doméstico.
A campanha de recolha selectiva de papel e pilhas usados decorre entre 21 e 28 de Março, no piso térreo do Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva.
Durante uma semana, escolas e público em geral são convidados a trocar cada cinco quilos de papel ou 20 pilhas usadas por uma planta e receber ainda uma entrada para o Pavilhão do Conhecimento, válida apenas para os dias 21, 27 e 28 de Março.
Por cada 50 quilos de papel usado, que serão encaminhados para reciclagem, será oferecida em troca uma árvore (em média, por cada metro cúbico de papel produzido são abatidas cerca de 15 árvores).
A iniciativa é da Empresa Geral do Fomento, do grupo Águas de Portugal, responsável pelo tratamento e valorização de cerca de 2,5 milhões de toneladas anuais de lixo doméstico.
A campanha de recolha selectiva de papel e pilhas usados decorre entre 21 e 28 de Março, no piso térreo do Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva.
23 março, 2004
"Os Ambientalistas" na Naturlink
Contactei o director da Naturlink, Rui B. e sugeri-lhe que abrisse uma subsecção para os blogs de caracter ambientalista. Neste mesmo dia tratou de tudo e nós estamos aqui em conjunto com o Ondas, um bom blog e que é de um amigo meu, o Octávio Lima. Obrigado a ti Rui B.
Seminário "Turismo, ambiente e desenvolvimento sustentável"
Realizar-se-á no próximo dia 26 de Março uma conferência sobre o referido tema na Universidade do Algarve. Parece-me que vai ser extremamente interessante se considerarmos as diferentes visões que serão expostas, decorrentes dos diversos oradores que irão marcar presença (desde o Prof. Alveirinho Dias até ao Ministro do Ambiente o Dr. Amílcar Theias, passando por exemplo pelo Presidente do Conselho de Administração do Parque das Cidades, o Dr. Fernando Santos).
Estou extremamente curioso para ver o que sai dali e aconselho-vos vivamente a irem, pois é uma oportunidade de ouvir o que pensa e o que planeia o "outro lado da trincheira" (uso este termo só para que percebam - por princípio não deve sequer existir trincheira).
Programa completo aqui!!!
Estou extremamente curioso para ver o que sai dali e aconselho-vos vivamente a irem, pois é uma oportunidade de ouvir o que pensa e o que planeia o "outro lado da trincheira" (uso este termo só para que percebam - por princípio não deve sequer existir trincheira).
Programa completo aqui!!!
Concurso - Criação de empresas
A Universidade do Algarve organiza, no âmbito do Programa Regional de Acções inovadoras do Algarve, um concurso para o fomento de criação de empresas. Neste concurso será dada prioridade às ideias que forem apresentadas por jovens recém-licenciados ou por finalistas dos diversos cursos da Universidade do Algarve. O júri considerará igualmente interessantes as ideias que se possam traduzir na constituição de empresas que associem recém-licenciados, docentes ou investigadores e empresas que possam incorporar experiência organizativa e comercial.
Dos sectores prioritários destacam-se: ciências do mar, ciências do ambiente, edificação e energias renováveis, entre outros.
Portanto há aqui uma oportunidade de colocar em prática ídeias/projectos científicos com apoios, o que já não é nada mau. Caso estejam interessados cliquem aqui para o regulamento e mais informações. O regulamento também pode ser acedido na revista Negócios a Sul de Fevereiro de 2004.
Então, há por aí novos empresários ou sociedades?
Dos sectores prioritários destacam-se: ciências do mar, ciências do ambiente, edificação e energias renováveis, entre outros.
Portanto há aqui uma oportunidade de colocar em prática ídeias/projectos científicos com apoios, o que já não é nada mau. Caso estejam interessados cliquem aqui para o regulamento e mais informações. O regulamento também pode ser acedido na revista Negócios a Sul de Fevereiro de 2004.
Então, há por aí novos empresários ou sociedades?
Energia Eólica
Para contrariar o comum, foi tomada uma posição de força por parte do Estado relativamente à produção de energia eólica. Consultem a noticia aqui.
Mais Calor
Segundo Jean Palutikof, directora de Investigação do Clima da Universidade de East Anglia no Reino Unido, Portugal poderá sofrer cada vez mais episódios de calor extremo como o do Verão passado
Conforme estudos elaborados por eles, está previsto um aumento global médio da temperatura de entre dois e três graus centígrados até 2100. Com a agravante de um grau a mais na média poder fazer uma diferença dramática quando se trata de situações proximas do extremo.
Jean Palutikof acredita que há uma maior probabilidade de as chuvas reduzirem do que de aumentarem em Portugal, admitindo a possibilidade de se alargar o período de seca no país e de, simultaneamente, se registarem episódios de chuvas intensas.
Estamos perante uma situação critica e continua a não se notar a movimentação de entidades nacionais, sejam eles universidades ou outros organismos estatais e privados. Parece que internamente, Portugal não é capaz de dar resposta a muitas questões, quer ciêntificas, quer sociais e de protecção civil.
Até parece que os exemplos do verão passado...já são passado.
Conforme estudos elaborados por eles, está previsto um aumento global médio da temperatura de entre dois e três graus centígrados até 2100. Com a agravante de um grau a mais na média poder fazer uma diferença dramática quando se trata de situações proximas do extremo.
Jean Palutikof acredita que há uma maior probabilidade de as chuvas reduzirem do que de aumentarem em Portugal, admitindo a possibilidade de se alargar o período de seca no país e de, simultaneamente, se registarem episódios de chuvas intensas.
Estamos perante uma situação critica e continua a não se notar a movimentação de entidades nacionais, sejam eles universidades ou outros organismos estatais e privados. Parece que internamente, Portugal não é capaz de dar resposta a muitas questões, quer ciêntificas, quer sociais e de protecção civil.
Até parece que os exemplos do verão passado...já são passado.
21 março, 2004
"A vida é generosa, quando quer"
Celebremos a Primavera, a Poesia e a Natureza.Espero que tenham vivido algumas experiências por algumas cidades no país que realizaram actividades relacionadas com o Dia Mundial da Árvore e da Poesia.
PRIMEIRO POEMA DA PRIMAVERA
Não sei que tem a luz da Primavera,
Que me embebeda!
Será que eu bebo por telepatia
A alegria do vinho que há-de vir?
Embriagado ando, de certeza...
A cair, só de ver o outro Sol da Natureza.
SEGUNDO POEMA DA PRIMAVERA
A vida é generosa, quando quer.
Se gosta de quem passa,
Manda que o vento, lírico, estremeça
E lhe peneire pétalas nos ombros.
Cobre-os do amor que voa e que fecunda...
Semeados de rosas desfolhadas,
O coração do homem, fraga dura,
Transforma-se na terra das lavradas
Onde cresce ternura.
TERCEIRO POEMA DA PRIMAVERA
Ergue-te, Fauno!
Não tenhas frio.
Nas tuas veias já leveda o mosto.
Já cheira a seiva, a floração e a cio...
Passou o Inverno vem aí o Agosto!
Ergue-te, Pai!
Dá o exemplo no lar adormecido.
Abre os olhos e sai
Do cemitério onde tens vivido!
Ergue-te e ergue no teu corpo quente
Quantos mortos vegetam aos teus pés.
Ergue-te como o rebento da semente,
O eterno rebento que tu és!
Ergue-te e manda o som da tua flauta
Ao encontro da vida!
Que ela saiba que simples melodia
Pode retemperar a humanidade.
Ergue-te e desafia
Os próprios deuses sem virilidade!
Miguel Torga, Diário IV, Coimbra, Março/Abril de 1949
PRIMEIRO POEMA DA PRIMAVERA
Não sei que tem a luz da Primavera,
Que me embebeda!
Será que eu bebo por telepatia
A alegria do vinho que há-de vir?
Embriagado ando, de certeza...
A cair, só de ver o outro Sol da Natureza.
SEGUNDO POEMA DA PRIMAVERA
A vida é generosa, quando quer.
Se gosta de quem passa,
Manda que o vento, lírico, estremeça
E lhe peneire pétalas nos ombros.
Cobre-os do amor que voa e que fecunda...
Semeados de rosas desfolhadas,
O coração do homem, fraga dura,
Transforma-se na terra das lavradas
Onde cresce ternura.
TERCEIRO POEMA DA PRIMAVERA
Ergue-te, Fauno!
Não tenhas frio.
Nas tuas veias já leveda o mosto.
Já cheira a seiva, a floração e a cio...
Passou o Inverno vem aí o Agosto!
Ergue-te, Pai!
Dá o exemplo no lar adormecido.
Abre os olhos e sai
Do cemitério onde tens vivido!
Ergue-te e ergue no teu corpo quente
Quantos mortos vegetam aos teus pés.
Ergue-te como o rebento da semente,
O eterno rebento que tu és!
Ergue-te e manda o som da tua flauta
Ao encontro da vida!
Que ela saiba que simples melodia
Pode retemperar a humanidade.
Ergue-te e desafia
Os próprios deuses sem virilidade!
Miguel Torga, Diário IV, Coimbra, Março/Abril de 1949
19 março, 2004
Alguns receios sobre a mudança de Governo em Espanha
Já tenho vergonha de não participar há tanto tempo no blog, peço desculpa pela ausência! Ora bem li hoje uma notícia que me fez surgir algumas considerações. A notícia dá conta do receio do responsável português pelas relações luso-espanholas no domínio da água (Pedro Serra), relativamente à vitória do PSOE nas legislativas espanholas.
Segundo o mesmo "O PSOE não escondeu preferências por um transvase feito a partir do Douro, o que estava afastado no Plano Hidrológico Espanhol". Ora segundo a notícia e segundo o senso comum, os transvases feitos a partir de rios como o Tejo e o Douro retirarão caudais aos troços portugueses desses rios internacionais e podem trazer problemas de escassez de água e pôr em causa a sobrevivência ecológica daqueles rios.
Se pensarmos que desde 2000 que o Governo espanhol assumiu o compromisso de que o seu Plano Hidrológico não violaria o acordo feito com Portugal de garantir os caudais de água definidos na convenção sobre rios ibéricos, é inevitável pensarmos agora: então o trabalho feito, as reuniões, os esforços, os compromissos foram para quê?
E se pensarmos bem há muitos casos de recuos em posições e compromissos ao nível ambiental (a posição dos EUA em relação a Quioto, a co-incineração em Portugal). Então, se as decisões são tomadas apoiadas em factos e resultados científicos, porque é que se verificam estes recuos de ordem política? Essas situações para mim são incompreensíveis e o caso da co-incineração foi escandaloso, formou-se uma comissão científica independente que trabalhou para obter resultados e quando o governo mudou, como os resultados não convinham, simplesmente extinguiu-se a comissão.
Isto é tratar mal, e menosprezar a comunidade científica portuguesa e só contribui para que cada vez mais cientistas queiram sair (fugir se calhar é o termo mais correcto) do nosso país. Será que a solução passa pela criação de uma entidade internacional reguladora destas questões? Uma polícia ambiental internacional? Quem é que nos garante que daqui a uns anos, por razões políticas, não vão existir recuos graves em termos de medidas ambientais, como se verifica actualmente na área social por exemplo?
Há notícias que nos deixam mesmo tristes com o mundo em que vivemos...
Segundo o mesmo "O PSOE não escondeu preferências por um transvase feito a partir do Douro, o que estava afastado no Plano Hidrológico Espanhol". Ora segundo a notícia e segundo o senso comum, os transvases feitos a partir de rios como o Tejo e o Douro retirarão caudais aos troços portugueses desses rios internacionais e podem trazer problemas de escassez de água e pôr em causa a sobrevivência ecológica daqueles rios.
Se pensarmos que desde 2000 que o Governo espanhol assumiu o compromisso de que o seu Plano Hidrológico não violaria o acordo feito com Portugal de garantir os caudais de água definidos na convenção sobre rios ibéricos, é inevitável pensarmos agora: então o trabalho feito, as reuniões, os esforços, os compromissos foram para quê?
E se pensarmos bem há muitos casos de recuos em posições e compromissos ao nível ambiental (a posição dos EUA em relação a Quioto, a co-incineração em Portugal). Então, se as decisões são tomadas apoiadas em factos e resultados científicos, porque é que se verificam estes recuos de ordem política? Essas situações para mim são incompreensíveis e o caso da co-incineração foi escandaloso, formou-se uma comissão científica independente que trabalhou para obter resultados e quando o governo mudou, como os resultados não convinham, simplesmente extinguiu-se a comissão.
Isto é tratar mal, e menosprezar a comunidade científica portuguesa e só contribui para que cada vez mais cientistas queiram sair (fugir se calhar é o termo mais correcto) do nosso país. Será que a solução passa pela criação de uma entidade internacional reguladora destas questões? Uma polícia ambiental internacional? Quem é que nos garante que daqui a uns anos, por razões políticas, não vão existir recuos graves em termos de medidas ambientais, como se verifica actualmente na área social por exemplo?
Há notícias que nos deixam mesmo tristes com o mundo em que vivemos...
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