15 março, 2004
Visita ao Alqueva
No dia 22 de Março, o GAIA associa-se à Plataforma Alentejo Sustentável para celebrar o Dia Mundial da Água, numa visita guiada por técnicos a Alqueva. As inscrições já estão abertas!
É importante repensar se vale a pena haver mais barragens (esperemos que a Plataforma pelo Sabor ganhe a causa) em vez do Estado encetar reais impulsos ao uso de outras fontes de energia, principalmente da energia fotovoltaica, compostagem e de biogás
Mais infos também nos anexos da SPEA
É importante repensar se vale a pena haver mais barragens (esperemos que a Plataforma pelo Sabor ganhe a causa) em vez do Estado encetar reais impulsos ao uso de outras fontes de energia, principalmente da energia fotovoltaica, compostagem e de biogás
Mais infos também nos anexos da SPEA
Artigo Energia F.V.
Relativamente ao fotovoltaico julgo ser perfeitamente executavel em Portugal. Este artigo mostra o quanto isso é possivel. Denota-se o atraso.
Boa leitura
Boa leitura
Energia Solar descentralizada: O Sol nasce para todos
Este artigo merce leitura muito aprofundada e ampla divulgação. Já chega impingir-nos incineradoras, mais barragens e mini-hídricas, quando temos uma fonte de energia renovável abundante, segura e muito prática na instalação e conservação.Estou a falar da energia solar fotovoltaica.
Lisboa, 5 de Março de 2004
A energia solar fotovoltaica tem um enorme potencial de crescimento a longo
prazo devido à sua flexibilidade e adaptação a estruturas urbanas
existentes.
Hoje, os custos de investimento ainda são elevados necessitando de avultados
apoios financeiros ao investimento inicial.
Actualmente, segundo a legislação em vigor, o investimento é rentável a um
prazo de dez anos, para um tempo de vida útil, previsto, de 30 anos. Para
isso, é decisivo o incentivo ao investimento que pode atingir 300 mil Euros
a fundo perdido com o máximo de 40% do valor do investimento no âmbito do
PRIME/MAPE. Durante o tempo de vida da instalação, as condições de venda de
electricidade à rede eléctrica são da ordem de 30 centavos de Euro por cada
quiloWatthora, cerca de três vezes o seu preço de aquisição nas nossas
casas.
Portugal é um dos países da Europa com maior disponibilidade de energia
solar por todo o território, com um potencial de produção de cerca de 1/3 da
electricidade por via solar, utilizando apenas uma parte das coberturas
existentes nas áreas urbanas. A energia solar deverá ser aproveitada também
para produção de electricidade mais limpa, o mais amplamente possível e o
mais próximo possível do consumidor, pelos seguintes motivos:
1. A aposta na Energia solar fotovoltaica coloca Portugal
na linha da frente do desenvolvimento das novas tecnologias energéticas
modernizando a nossa economia e tornando-a apta para desafios cada vez mais
exigentes;
2. Os incentivos à instalação de sistemas de energia solar
fotovoltaica devem ser o motor para disseminar, o mais amplamente possível,
as enormes potencialidades da energia solar fotovoltaica, demonstrando a sua
simplicidade, integração estética em estruturas urbanas existentes sem
afectar novos espaços;
3. Os incentivos devem dar preferência a instalações
solares fotovoltaicas em locais com ampla visibilidade, como edifícios com
grande afluência de público, infra-estruturas de transporte e edifícios
escolares, porque os alunos de hoje são os decisores de amanhã, sendo a sua
sensibilização de extrema importância para que Portugal caminhe na via do
desenvolvimento sustentável;
4. A Resolução RCM nº 63/2003, de Abril, do Conselho de
Ministros, prevê a instalação de 150 MW de energia solar fotovoltaica até ao
ano 2010, ajudando Portugal a cumprir a Directiva Europeia sobre energia
renovável (2001/77/CE). A fim de permitir a ampla divulgação e disseminação
por todo o Portugal, o financiamento público, na dupla forma de investimento
e de prémio à venda de electricidade, deve ser limitado a projectos com a
potência até 1 MW por ponto de entrega à rede. Esta potência corresponde à
área de um campo de futebol e trata-se de uma dimensão adequada para uma
urbanização.
5. Actualmente, o valor óptimo do incentivo é atingido com
potências até 250 kW. O ideal seria dotar as escolas com sistemas solares
com potências individuais até 20 kW (cerca de 200m2 por escola) utilizando
coberturas entre edifícios ou coberturas de parques de estacionamento;
6. O governo deve, também, incluir a Região de Lisboa e
Vale do Tejo no financiamento do Programa PRIME/MAPE ou num programa ad-hoc,
utilizando, para o efeito, as verbas entretanto já recebidas e a receber dos
empréstimos reembolsáveis.
Assim, o GEOTA considera que os actuais incentivos são suficientes para a
dinamização da energia solar fotovoltaica, necessitando de ampla divulgação,
papel que compete ao Estado e a entidades da sociedade civil que deverão
ser, devidamente, apoiadas para o efeito.
Em Portugal há a tecnologia e capacidade fabril instalada para a produção de
sistemas de energia solar fotovoltaica de forma a cumprir as metas propostas
na RCM 63/03.
A energia solar fotovoltaica consiste na produção de electricidade
directamente do sol utilizando dispositivos de silício similares aos
utilizados em computadores.
O silício é um material muito abundante, sendo o principal constituinte do
granito e das areias da praia, que os portugueses tanto gostam de pisar para
aproveitar o sol.
Fonte: GEOTA
Lisboa, 5 de Março de 2004
A energia solar fotovoltaica tem um enorme potencial de crescimento a longo
prazo devido à sua flexibilidade e adaptação a estruturas urbanas
existentes.
Hoje, os custos de investimento ainda são elevados necessitando de avultados
apoios financeiros ao investimento inicial.
Actualmente, segundo a legislação em vigor, o investimento é rentável a um
prazo de dez anos, para um tempo de vida útil, previsto, de 30 anos. Para
isso, é decisivo o incentivo ao investimento que pode atingir 300 mil Euros
a fundo perdido com o máximo de 40% do valor do investimento no âmbito do
PRIME/MAPE. Durante o tempo de vida da instalação, as condições de venda de
electricidade à rede eléctrica são da ordem de 30 centavos de Euro por cada
quiloWatthora, cerca de três vezes o seu preço de aquisição nas nossas
casas.
Portugal é um dos países da Europa com maior disponibilidade de energia
solar por todo o território, com um potencial de produção de cerca de 1/3 da
electricidade por via solar, utilizando apenas uma parte das coberturas
existentes nas áreas urbanas. A energia solar deverá ser aproveitada também
para produção de electricidade mais limpa, o mais amplamente possível e o
mais próximo possível do consumidor, pelos seguintes motivos:
1. A aposta na Energia solar fotovoltaica coloca Portugal
na linha da frente do desenvolvimento das novas tecnologias energéticas
modernizando a nossa economia e tornando-a apta para desafios cada vez mais
exigentes;
2. Os incentivos à instalação de sistemas de energia solar
fotovoltaica devem ser o motor para disseminar, o mais amplamente possível,
as enormes potencialidades da energia solar fotovoltaica, demonstrando a sua
simplicidade, integração estética em estruturas urbanas existentes sem
afectar novos espaços;
3. Os incentivos devem dar preferência a instalações
solares fotovoltaicas em locais com ampla visibilidade, como edifícios com
grande afluência de público, infra-estruturas de transporte e edifícios
escolares, porque os alunos de hoje são os decisores de amanhã, sendo a sua
sensibilização de extrema importância para que Portugal caminhe na via do
desenvolvimento sustentável;
4. A Resolução RCM nº 63/2003, de Abril, do Conselho de
Ministros, prevê a instalação de 150 MW de energia solar fotovoltaica até ao
ano 2010, ajudando Portugal a cumprir a Directiva Europeia sobre energia
renovável (2001/77/CE). A fim de permitir a ampla divulgação e disseminação
por todo o Portugal, o financiamento público, na dupla forma de investimento
e de prémio à venda de electricidade, deve ser limitado a projectos com a
potência até 1 MW por ponto de entrega à rede. Esta potência corresponde à
área de um campo de futebol e trata-se de uma dimensão adequada para uma
urbanização.
5. Actualmente, o valor óptimo do incentivo é atingido com
potências até 250 kW. O ideal seria dotar as escolas com sistemas solares
com potências individuais até 20 kW (cerca de 200m2 por escola) utilizando
coberturas entre edifícios ou coberturas de parques de estacionamento;
6. O governo deve, também, incluir a Região de Lisboa e
Vale do Tejo no financiamento do Programa PRIME/MAPE ou num programa ad-hoc,
utilizando, para o efeito, as verbas entretanto já recebidas e a receber dos
empréstimos reembolsáveis.
Assim, o GEOTA considera que os actuais incentivos são suficientes para a
dinamização da energia solar fotovoltaica, necessitando de ampla divulgação,
papel que compete ao Estado e a entidades da sociedade civil que deverão
ser, devidamente, apoiadas para o efeito.
Em Portugal há a tecnologia e capacidade fabril instalada para a produção de
sistemas de energia solar fotovoltaica de forma a cumprir as metas propostas
na RCM 63/03.
A energia solar fotovoltaica consiste na produção de electricidade
directamente do sol utilizando dispositivos de silício similares aos
utilizados em computadores.
O silício é um material muito abundante, sendo o principal constituinte do
granito e das areias da praia, que os portugueses tanto gostam de pisar para
aproveitar o sol.
Fonte: GEOTA
End “Scientific” Whaling, The Whale-Killing Loophole
Caros amigos
Ao assinares e divulgares entre os teus amigos podemos ajudar!
1. Please forward the email below to all your friends and family
urging them to sign this important petition! This effort will
succeed by word of mouth and every person counts.
Send your friends this link and urge them to sign:
http://www.care2.com/go/z/12368
2. Sign Other Important Petitions to Protect Wildlife:
* Protest Drilling in Endangered Sea Turtle Habitat:
http://www.care2.com/go/z/12367
* Please Help Protect Alaska's Ocean Ecosystems:
http://www.care2.com/go/z/12366
Thanks again,
Ao assinares e divulgares entre os teus amigos podemos ajudar!
1. Please forward the email below to all your friends and family
urging them to sign this important petition! This effort will
succeed by word of mouth and every person counts.
Send your friends this link and urge them to sign:
http://www.care2.com/go/z/12368
2. Sign Other Important Petitions to Protect Wildlife:
* Protest Drilling in Endangered Sea Turtle Habitat:
http://www.care2.com/go/z/12367
* Please Help Protect Alaska's Ocean Ecosystems:
http://www.care2.com/go/z/12366
Thanks again,
Os parques de cidade e os equipamentos
Segue-se um texto esplêndido de Francisco Viegas. Depois de o leres concerteza que teremos vontade de reagir e exigir mais espaços verdes nas nossas cidades.
Por exemplo : em 15 de Março o Parque Oriental terá ou não um fim: ou cria-se a Alameda ou preserva-se mais um pulmão vedre na cidade.
Ainda vamos a tempo e há sempre tempo. Se ainda não assinaste nem enviaste postais electrónicos,pode ser agora!
http://www.thepetitionsite.com/takeaction/618159513
http://www.campoaberto.pt/parqueoriental/menu/menu.htm
Associa-te ou colabora com as ONG ambientalistas.
Um parque da cidade
Francisco José Viegas, escritor
Há uma estranha ideia no ar sobre uma das raras manchas verdes na zona de
Lisboa, o parque de Monsanto. Essa ideia, vinda da Câmara de Lisboa, sobre a
"implantação" de uma "indústria de lazer" em Monsanto, causa arrepios mas
não surpreende muito.
Insistamos num ponto: Monsanto é um dos últimos lugares saudáveis de Lisboa
e, infelizmente, já com coisas a mais lá dentro. Portugal não gosta muito de
jardins, de parques ou de bosques (falámos do assunto na altura dos
incêndios do Verão passado, não foi?): quando os vê, ao longe, pensa em
transformá-los em "espaço humano" ou "humanizado". Tudo estaria bem se se
tratasse de melhorar os parques existentes, de "optimizar" o "espaço humano"
já existente, de criar observatórios do parque (lugares para que se
apreciassem as árvores, se ouvisse o vento, se pudessem ver as espécies
botânicas), de impedir a circulação desnecessária por dentro do parque.
Mas a ideia portuguesa (que os rumores vindos da Câmara de Lisboa e de
outras instituições que velam pelo nosso progresso confirmam) é a de que um
parque, um bosque, uma floresta são lugares para ocupar com "equipamento de
lazer" (restaurantes, feira popular, centros comerciais, seja lá o que for),
tudo zonas livres para serem destruídas. Essa ideia estapafúrdia não fez
nenhum dos parques mais belos do Mundo (da pequena montanha de Bergen ao
magnífico jardim botânico de Bali): só os destruiu paulatinamente, devagar
ou depressa, mas decisivamente. Em Portugal, então, nem é preciso muito:
espalhamos lixo e ruído com muita facilidade.
Um parque como o de Monsanto devia ser intocável numa cidade em ruínas,
poluída e desagradável. Quando escrevo "intocável" isso significa, também,
que devia ser entregue a quem percebe de parques e de florestas; e, se for
preciso, quer também dizer que o parque deve ser defendido das pessoas. Dos
"utentes", como agora querem dizer, e que já têm muito que usar por Lisboa
fora, cheia de "equipamentos". Até acho aceitável que parte do parque seja
encerrada de noite à circulação. Um parque como o de Monsanto deve ser
preservado para passeantes, observadores de pássaros, velhos, leitores
deitados na relva, bicicletas, fotógrafos, excursões de miúdos das escolas.
E até podia ter uma biblioteca, sim; e um observatório para astrónomos
amadores. Mas não uma feira popular, barracas de hambúrgueres e farturas, um
pavilhão de "desportos radicais", área de concertos ou parques de
estacionamento. E devia ter cancelas para proteger (dos automobilistas)
determinadas áreas.
O mistério que manda as administrações municipais explorar todas as zonas
livres de uma cidade ainda está por esclarecer. A ideia de "embelezar" os
jardins com "animação cultural e desportiva", então, é um anátema que
persegue as nossas cidades. Os portugueses (sobretudo essa classe chamada
"autarcas amantes do progresso"), mal vêem um bosque onde as árvores
crescem, o silêncio é possível e ninguém anda aos saltos, têm a tentação
superior de encher esse espaço de ruído, festas populares e palcos para
desfiles.
A velha ideia de que Monsanto é o pulmão de Lisboa não alegra ninguém; mas é
verdadeira. Num pulmão não se toca; mantém-se vivo. Protege-se de tudo.
Mesmo das pessoas. Sobretudo de pessoas que acham que um bosque, uma
floresta, um parque, precisa de "equipamentos". Se as pessoas querem
Monsanto para fazer lá o que fazem nas Docas, na 24 de Julho ou no Bairro
Alto, o melhor é dizer-lhes que isso é impossível. Que há uma medida da
decência que não vai a votos. Que a destruição do único bosque de Lisboa é
uma operação que não está sujeita a escrutínio popular.
Um parque como Monsanto precisa de árvores, guardas-florestais, respeito e
silêncio. Isso é um parque.
Por exemplo : em 15 de Março o Parque Oriental terá ou não um fim: ou cria-se a Alameda ou preserva-se mais um pulmão vedre na cidade.
Ainda vamos a tempo e há sempre tempo. Se ainda não assinaste nem enviaste postais electrónicos,pode ser agora!
http://www.thepetitionsite.com/takeaction/618159513
http://www.campoaberto.pt/parqueoriental/menu/menu.htm
Associa-te ou colabora com as ONG ambientalistas.
Um parque da cidade
Francisco José Viegas, escritor
Há uma estranha ideia no ar sobre uma das raras manchas verdes na zona de
Lisboa, o parque de Monsanto. Essa ideia, vinda da Câmara de Lisboa, sobre a
"implantação" de uma "indústria de lazer" em Monsanto, causa arrepios mas
não surpreende muito.
Insistamos num ponto: Monsanto é um dos últimos lugares saudáveis de Lisboa
e, infelizmente, já com coisas a mais lá dentro. Portugal não gosta muito de
jardins, de parques ou de bosques (falámos do assunto na altura dos
incêndios do Verão passado, não foi?): quando os vê, ao longe, pensa em
transformá-los em "espaço humano" ou "humanizado". Tudo estaria bem se se
tratasse de melhorar os parques existentes, de "optimizar" o "espaço humano"
já existente, de criar observatórios do parque (lugares para que se
apreciassem as árvores, se ouvisse o vento, se pudessem ver as espécies
botânicas), de impedir a circulação desnecessária por dentro do parque.
Mas a ideia portuguesa (que os rumores vindos da Câmara de Lisboa e de
outras instituições que velam pelo nosso progresso confirmam) é a de que um
parque, um bosque, uma floresta são lugares para ocupar com "equipamento de
lazer" (restaurantes, feira popular, centros comerciais, seja lá o que for),
tudo zonas livres para serem destruídas. Essa ideia estapafúrdia não fez
nenhum dos parques mais belos do Mundo (da pequena montanha de Bergen ao
magnífico jardim botânico de Bali): só os destruiu paulatinamente, devagar
ou depressa, mas decisivamente. Em Portugal, então, nem é preciso muito:
espalhamos lixo e ruído com muita facilidade.
Um parque como o de Monsanto devia ser intocável numa cidade em ruínas,
poluída e desagradável. Quando escrevo "intocável" isso significa, também,
que devia ser entregue a quem percebe de parques e de florestas; e, se for
preciso, quer também dizer que o parque deve ser defendido das pessoas. Dos
"utentes", como agora querem dizer, e que já têm muito que usar por Lisboa
fora, cheia de "equipamentos". Até acho aceitável que parte do parque seja
encerrada de noite à circulação. Um parque como o de Monsanto deve ser
preservado para passeantes, observadores de pássaros, velhos, leitores
deitados na relva, bicicletas, fotógrafos, excursões de miúdos das escolas.
E até podia ter uma biblioteca, sim; e um observatório para astrónomos
amadores. Mas não uma feira popular, barracas de hambúrgueres e farturas, um
pavilhão de "desportos radicais", área de concertos ou parques de
estacionamento. E devia ter cancelas para proteger (dos automobilistas)
determinadas áreas.
O mistério que manda as administrações municipais explorar todas as zonas
livres de uma cidade ainda está por esclarecer. A ideia de "embelezar" os
jardins com "animação cultural e desportiva", então, é um anátema que
persegue as nossas cidades. Os portugueses (sobretudo essa classe chamada
"autarcas amantes do progresso"), mal vêem um bosque onde as árvores
crescem, o silêncio é possível e ninguém anda aos saltos, têm a tentação
superior de encher esse espaço de ruído, festas populares e palcos para
desfiles.
A velha ideia de que Monsanto é o pulmão de Lisboa não alegra ninguém; mas é
verdadeira. Num pulmão não se toca; mantém-se vivo. Protege-se de tudo.
Mesmo das pessoas. Sobretudo de pessoas que acham que um bosque, uma
floresta, um parque, precisa de "equipamentos". Se as pessoas querem
Monsanto para fazer lá o que fazem nas Docas, na 24 de Julho ou no Bairro
Alto, o melhor é dizer-lhes que isso é impossível. Que há uma medida da
decência que não vai a votos. Que a destruição do único bosque de Lisboa é
uma operação que não está sujeita a escrutínio popular.
Um parque como Monsanto precisa de árvores, guardas-florestais, respeito e
silêncio. Isso é um parque.
14 março, 2004
Dismistificação das luzes fluorescentes!

Contrariamente à crença popular, ligar luzes não consome mais electricidade do que a usada quando já está ligada. E isto é verdade também para as luzes fluorescentes!!! Por isso deve-se desligar as luzes fluorescentes mesmo na casa de banho do emprego...
Vejam a resposta a esta questão energética na Grist Magasine.
A mesma fonte também refere que as lâmpadas fluorescentes são uma boa opção em termos ambientais.
Notícia sugerida por: Ana
09 março, 2004
EPER - European Pollutant Emission Register
Aqui podem encontrar um registo ao nível europeu das emissões para o ar e água verificadas por indústrias.
A base de dados contêm dados anuais relativos ás emissões de 9342 instalações situadas nos 15 assim como na Noruega (a maioria é de 2001).
É possivel agrupar facilmente a informação, por sector de actividade, tipo de poluente, meio contaminado (ar ou água) e por país. também é possível aceder a informações detalhadas sobre instalações.
Pode-se fazer a procura por nome ou simplesmente clicando no mapa.
Ex: Fábrica de Cimento da CIMPOR no Cerro da Cabeça Alta, Algarve
Consultem, é muito interessante!
Fonte: Instituto do Ambiente
A base de dados contêm dados anuais relativos ás emissões de 9342 instalações situadas nos 15 assim como na Noruega (a maioria é de 2001).
É possivel agrupar facilmente a informação, por sector de actividade, tipo de poluente, meio contaminado (ar ou água) e por país. também é possível aceder a informações detalhadas sobre instalações.
Pode-se fazer a procura por nome ou simplesmente clicando no mapa.
Ex: Fábrica de Cimento da CIMPOR no Cerro da Cabeça Alta, Algarve
Consultem, é muito interessante!
Fonte: Instituto do Ambiente
08 março, 2004
Reciclagem de material informático
Um estudo das Nações Unidas indica que para produzir um computador de escritório de 24 quilogramas, com ecrã incluído, é gasto pelo menos dez vezes o seu peso em combustíveis fósseis e produtos químicos.
Treze países, a maioria europeus, já adoptaram regulamentação para impor a reciclagem dos computadores, prolongando o seu tempo de vida.
E nós, quando?
Fonte: Portugal Diário
Treze países, a maioria europeus, já adoptaram regulamentação para impor a reciclagem dos computadores, prolongando o seu tempo de vida.
E nós, quando?
Fonte: Portugal Diário
04 março, 2004
Multas para quem não separar os resíduos
No minimo é errado do ponto de vista educacional. Tratando-se de uma matéria que aparenta dificil aprendizagem, penso que a reciclagem deveria ser relacionada com incentivos e não com penalizações. Nos ditos paises desenvolvidos chega a coexistir o incentivo e penalização. Para um país que ainda agora começou, deveriam existir incentivos, pois está provado que só assim as pessoas fazem alguma coisa.
Vivemos num sistema "Ora toma lá, dá cá".
Tenho ainda outro ponto de vista: essa lei deveria ser aplicada em primeiro lugar ao Estado, por ton. de resíduos não reciclados.
Vivemos num sistema "Ora toma lá, dá cá".
Tenho ainda outro ponto de vista: essa lei deveria ser aplicada em primeiro lugar ao Estado, por ton. de resíduos não reciclados.
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